Memes: conexões para multiletramentos

dc.creatorOsmar Miranda Rehem
dc.date.accessioned2022-09-14T18:39:10Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:34:59Z
dc.date.available2022-09-14T18:39:10Z
dc.date.issued2017-07-18
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/45186
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLínguas – Estudo e ensino
dc.subject.otherMultiletramentos
dc.subject.otherProjeto Didático
dc.subject.otherMemes
dc.titleMemes: conexões para multiletramentos
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Luciana de Oliveira Silva
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1050402328968536
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7233753263145456
local.description.resumoA presença do computador no contexto educacional ainda tem sido, grosso modo, como um mero apêndice legitimador de metodologias tradicionais (VALENTE, 1998, p. 4; RIBEIRO, 2002, p. 17; FERREIRA, 2008, p. 74) e não como um elemento constitutivo de um projeto de ensino, conquanto que, a princípio, tenha inspiração em ditas “modernas” tendências da educação, perpetuando gestos e práticas arraigados (RIBEIRO, 2002, p. 80; BARRETO, 2004, p. 1183); não havendo, assim, uma apropriação por parte dos sujeitos, quer sejam os docentes, quer sejam os estudantes (DIAS, 1999, p. 128; BARRETO, 2004, p. 1192; BUZATO, 2010, p. 61; BARBOSA, 2016, não paginado). Assim sendo, o presente projeto direciona o uso do computador não como uma ferramenta promotora de atividades consagradas no analógico e transpostas para outro(s) suporte(s) (BARRETO, 2004, p. 1192; SNYDER, 2009, p. 40); mas, ao contrário, vê a tecnologia digital como favorecedora de práticas que operem a partir de outras (res)significações (FERREIRA; FRADE, 2009, p. 13; GRINSPUN, 2009, p. 92-4) e de (re)negociações/(re)configurações (AIRES, 2003, p. 23-4; BUZATO, 2010, p. 61). Nesse sentido, o aparato tecnológico está, aqui, a serviço de atitudes, sociabilidades, apreciações éticas e estéticas, promovendo o contato com gêneros, pensamentos e sujeitos vários, assim como estimulando “[...] uma actividade estética dirigida para a alteridade, para a tomada de posição, da escolha sem coacção, da não indiferença”, favorecendo, assim, um ambiente propício à “[...] diversidade de pontos de vista, dos mundos e consciências diferentes, do encontro e coexistência de vozes [...]” (AIRES, 2003, p. 32). Ou como salienta Barbosa (2016, não paginado): “[...] tomar a tecnologia como lugar em que novas práticas sociais, culturais e de linguagem têm espaço não é somente incluir novos gêneros ou usos de ambientes e ferramentas no currículo [...]”, muito menos “propor que os alunos façam o que já fazem fora da escola.” Logo, prossegue a estudiosa, torna-se um imperativo que “[a]s dimensões ética, estética e política [...] perme[iem] as atividades e discussões”.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Linguagem, Tecnologia e Ensino

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