A doutrina higienista e as canalizações de cursos d'água: o caso de Belo Horizonte

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Resumo

Na virada do século XIX para o XX, assiste-se no Brasil a primeira experiência de importação de um modelo de cidade baseado no ideário urbanístico europeu de modernidade. A concepção do plano de Belo Horizonte está alinhada ao que havia de mais arrojado naquele momento, a Paris haussmanniana. Os princípios higienistas e a crença no domínio da natureza, que ainda perduram na produção do espaço urbano, resultam numa situação paradoxal: hoje grande parte parte dos cursos d'água urbanos estão canalizados, tamponados e poluídos acarretando riscos e prejuízos ambientais mas, sobretudo, afastando a população do convívio com as águas urbanas. A partir de um breve histórico acerca das disputas no interior do emergente campo do urbanismo, este artigo discute a apropriação da doutrina higienista na concepção do plano de Belo Horizonte na gestão do espaço urbano ao longo do século XX.

Abstract

Assunto

Planejamento urbano, Cursos de água, Saúde pública

Palavras-chave

História urbana, Canalizações de cursos d'água, Doutrina higienista

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http://anpur.org.br/xviiienanpur/anaisadmin/capapdf.php?reqid=760

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