Sobre imaginação e fantasia: considerações sobre o ornamento

dc.creatorGeorge Rembrandt Gutlich
dc.date.accessioned2023-05-15T13:34:31Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:04:33Z
dc.date.available2023-05-15T13:34:31Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractThe objects of this study are the conditions of Imagination and Fantasy as principles of representation in arts between the Mannerism and Rococo. The analysis was focused in the ornamentation by floral inspiration. In this case the seminal condition of the Fantasy was historically joined to the concept of development and variation. Studied as a “Corpus” with structural self-sufficiency, the ornament between centuries XVI and XVIII has derived in a rigorous way from organization forms and its commanded distinct languages to them. Was observed the development of a conducted taste for affinities with the variations of the curve and also the advent of the transition of the ornament while structure condition.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.11606/rm.v16i1.125008
dc.identifier.issn2238-7625
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/53362
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Música
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDecoração e ornamento - Séc. XVI-XVIII
dc.subjectFantasia na arte
dc.subjectCriação (Literária, artística, etc.)
dc.subject.otherImaginação
dc.subject.otherFantasia
dc.subject.otherGrotesco
dc.subject.otherOrnamentação
dc.titleSobre imaginação e fantasia: considerações sobre o ornamento
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage26
local.citation.issue1
local.citation.spage1
local.citation.volume16
local.description.resumoEste estudo tem por objeto a Imaginação e a Fantasia entendidas como princípios de representação nas artes visuais, e enfocada num recorte temporal que parte do Maneirismo ao advento do Rococó. Como ferramenta de análise optou-se pela observação da ornamentação de origem fitomórfica. Nesta abordagem a condição seminal da Fantasia está atrelada historicamente ao conceito de desenvolvimento e variação, que indica uma articulação de gênese criativa direta para com a Fantasia. Desenvolvida como um “Corpus” com auto-suficiência estrutural, o ornamento entre os séculos XVI e XVIII derivou numa maneira rigorosa de organização das formas e ordenou linguagens distintas. Como resultado observou-se o desenvolvimento de um gosto regido por afinidades com as variações da curva e também o advento da transição do ornamento enquanto elemento agregado para a condição de estrutura. O estudo é situado num recorte temporal quando, por um princípio de primazia técnica, se privilegiou o gosto pela imagem de caráter pictórico em sobre a linear.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6376-8063
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEBA - DEPARTAMENTO DE ARTES PLÁSTICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.revistas.usp.br/revistamusica/article/view/125008/122014

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