Do precário ao plural: realidades e possibilidades da economia popular no Brasil contemporâneo

dc.creatorSibelle Cornelio Diniz
dc.date.accessioned2019-08-10T23:52:18Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:13:39Z
dc.date.available2019-08-10T23:52:18Z
dc.date.issued2016-01-18
dc.description.abstractThis thesis discusses popular economy in Brazil, two decades after these formulations gained space in international debates. The main argument of this thesis is that the conditions for a strengthening of the popular economy across the public sector economy and enterprises economy are more favorable today than they were in the 1990s. It occurs due to three major movements that bring together central and peripheral countries around the debate of different modes of production: i) increasing articulation of the popular economy to the global production chains; ii) politicization that occurs with the urbanization throughout the territory; iii) growing criticism of the direction of the market society and the advancement of counter-movements in response. However, the rise of popular economy, from a precarious component of global networks to a key for a plural economy will not happen without major changes in the modes of regulation governing the daily relationships and the guidelines of public policies. The thesis puts notes for a debate in this direction, by discussing the recent advancement of popular and solidarity economy in Brazil and proposing to treat the Brazilian economy as an instituted plural economy: an economy that is characterized by the coexistence of economic principles, which complement each other in varying degrees, and is not autonomous from the social, but is, on the contrary, subject to the rules and laws established in each society, that is, an economic system that is, a priori, a socio-political construction.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-A9EFP5
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEconomia
dc.subject.othereconomia popular
dc.subject.othereconomia solidária
dc.subject.othereconomia social
dc.subject.otherprecarização do trabalho
dc.subject.othereconomia plural
dc.titleDo precário ao plural: realidades e possibilidades da economia popular no Brasil contemporâneo
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Roberto Luís de Melo Monte-mór
local.contributor.referee1Ana Flavia Machado
local.contributor.referee1Joao Antonio de Paula
local.contributor.referee1Helena Maria Martins Lastres
local.contributor.referee1Luciana Correa do Lago
local.description.resumoEsta tese discute o caráter contemporâneo da economia popular no Brasil, duas décadas após suas formulações ganharem espaço nos debates internacionais. O argumento principal é que as condições para um fortalecimento da economia popular frente à economia do setor público e à economia empresarial são mais favoráveis na atualidade do que o eram quando o debate se consolidou na América Latina. Isso se dá por três grandes movimentos que reúnem os países centrais e periféricos em torno do debate por modos de produção distintos: i) a maior articulação das formas populares às cadeias produtivas globais; ii) o processo de politização que se verifica com a expansão do tecido urbano a todo o território; iii) a crítica crescente aos rumos da sociedade de mercado e o avanço dos contra movimentos em resposta. No entanto, a elevação da economia popular, de componente precário das redes globais a peça fundamental de uma economia plural, não se dará sem transformações profundas nos mecanismos de regulação que regem as relações cotidianas e as orientações das políticas públicas. A tese coloca apontamentos para um debate nessa direção, problematizando o avanço recente da economia popular e solidária no Brasil e propondo tratar a economia brasileira como economia plural instituída: uma economia que se caracteriza pela coexistência de princípios econômicos, que se complementam em graus diversos, e que não se autonomiza do social, mas se encontra, ao contrário, submetida às regras e leis definidas em cada sociedade, ou seja, um sistema econômico que é, a priori, uma construção sociopolítica.
local.publisher.initialsUFMG

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