Do direito ao acesso: o ensino de Artes Visuais para as pessoas em sofrimento mental grave e persistente, usuárias do Centro de Conviv ência InterAgir, Serviço de Saúde Mental de Itabira, Serviço Único de Saúde - SUS
| dc.creator | Moema Pereira Guerra | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-13T11:31:48Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:38:54Z | |
| dc.date.available | 2019-08-13T11:31:48Z | |
| dc.date.issued | 2013-12-14 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-9KYNH8 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Artes | |
| dc.subject.other | Sistema Único de Saúde | |
| dc.subject.other | Centro de convivência | |
| dc.subject.other | Pessoas em sofrimento mental grave e persistente | |
| dc.subject.other | Movimento da luta antimanicomial | |
| dc.subject.other | Ensino das artes visuais | |
| dc.subject.other | Reforma psiquiátrica brasileira | |
| dc.title | Do direito ao acesso: o ensino de Artes Visuais para as pessoas em sofrimento mental grave e persistente, usuárias do Centro de Conviv ência InterAgir, Serviço de Saúde Mental de Itabira, Serviço Único de Saúde - SUS | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Kleumanery de Melo Barbosa | |
| local.contributor.referee1 | Conceicao Linda de Franca | |
| local.description.resumo | A história da loucura, a partir dos meados do século XVII, está diretamente relacionada ao surgimento da psiquiatria. No decorrer deste trabalho veremos como a psiquiatria se apropriou da loucura em nome da razão, e como era e ainda é, em diversos hospícios espalhados pelo Brasil e pelo mundo, o tratamento oferecido aos loucos ou às pessoas em sofrimento mental grave e persistente. O Movimento da Luta Antimanicomial no fim dos anos 80 deu inicio à reforma psiquiátrica brasileira, em processo até os dias atuais. Esta reforma que propõe a extinção progressiva dos manicômios avança na mesma proporção da criação dos serviços de saúde substitutivos aos hospitais psiquiátricos. Neste contexto, a criatividade dos trabalhadores de saúde mental do SUS, e o desejo de construir saídas possíveis à loucura, dentro da estrutura real de trabalho em que se encontram, faz diferença. Pretendo tratar assim da questão do acesso destes usuários ao Ensino de Artes Visuais, já que na grande parte dos serviços especializados, a Arte é somente e ainda tratada como um meio terapêutico e não como um fim em si. Nos centros de convivência, entretanto, que também são serviços de saúde mental, apesar de ainda não financiados pelo SUS, a arte já é ensinada. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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