O desastre na/da Bacia do Rio Doce: violências e violações sistemáticas no âmbito do (neo)extrativismo.

dc.creatorClaudia Marcela Orduzrojas
dc.creatorDoralice Barros Pereira
dc.date.accessioned2025-07-28T19:21:32Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:54:36Z
dc.date.available2025-07-28T19:21:32Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractSamarco’s Fundao mineral tailings dam (Vale S.A / BHP Billiton), on November 5, 2015, collapsed and caused 19 deaths and damages to thousands as it left a trail of much greater destruction along the Rio Doce Basin. Considered the largest disaster related to tailings dam in Brazil — and one of the largest in the world — the catastrophe challenges us to reflect upon the extent, magnitude and complexity of losses and damages as well as the systematic negligence and omissions on the part of the companies involved. From the analysis of three moments, the article analyzes the overlapping issues of social processes — territorially circumscribed — violent and suppressive of fundamental rights, in the scope of (neo) extractivism. We conclude that the collapse of the dam and living with the disaster reveal the systematic context of violence and intrinsic abuses of extractive capitalism, whose pattern of accumulation destroys environments, territories, cultures and lives.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.5016/estgeo.v17i1.14001
dc.identifier.issn1678698X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/83905
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Estudos Geográficos
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBarragens de rejeitos
dc.subjectDesastres ambientais
dc.subjectCapitalismo
dc.subjectDoce, Rio, Bacia (MG e ES)
dc.subject.otherBarragem de Fundão
dc.subject.otherDesastres
dc.subject.otherCapitalismo extrativista
dc.subject.other(Neo)extrativismo
dc.subject.otherBacia do Rio Doce
dc.titleO desastre na/da Bacia do Rio Doce: violências e violações sistemáticas no âmbito do (neo)extrativismo.
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage31
local.citation.issue1
local.citation.spage6
local.citation.volume17
local.description.resumoA barragem de rejeitos minerais de Fundão, da Samarco (Vale S.A/ BHP Billiton), em cinco de novembro de 2015, rompeu-se, deixando 19 mortos, milhares de atingidos e um rastro de destruição ao longo da Bacia do Rio Doce. Considerado o maior desastre relacionado com rompimento de barragens de rejeitos no Brasil - e um dos maiores do mundo –, a catástrofe interpela-nos pela extensão, magnitude e complexidade das perdas e danos, bem como pelas negligências e omissões sistemáticas por parte das empresas envolvidas. A partir da análise de três momentos, o artigo analisa a sobreposição de processos sociais, territorialmente circunscritos, violentos e supressores de direitos fundamentais, no âmbito do (neo)extrativismo. Concluímos que o colapso da barragem e a vivência do desastre revelam o contexto sistemático de violências e violações intrínsecas ao capitalismo extrativista, cujo padrão de acumulação destrói naturezas, territórios, culturas e vidas
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1355-2192
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentIGC - DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/estgeo/article/view/14001

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