Controle da mineralização aurífera de Lamego, Sabará, Quadrilátero Ferrífero, MG

dc.creatorBreno de Souza Martins
dc.date.accessioned2019-08-11T08:08:50Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:27:08Z
dc.date.available2019-08-11T08:08:50Z
dc.date.issued2011-02-08
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/IGCC-9CCHKP
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAlteração hidrotermal
dc.subjectMapeamento geológico 
dc.subjectQuadrilátero Ferrífero (MG) 
dc.subjectSabará (MG) 
dc.subjectOuro 
dc.subject.otherPetrografia de
dc.subject.otherMina Lamego
dc.subject.otherQuadrilátero
dc.subject.otherJazida Lamego
dc.subject.otherGreenstone Belt Arqueano
dc.subject.otherOuro Hospedado em FFB
dc.subject.otherAlteração Hidrotermal
dc.subject.otherJazidas de Ouro
dc.subject.otherBrasil
dc.subject.otherControle Estrutural
dc.subject.otherGreenstone Belt Rio das Velhas
dc.subject.otherDepósito de Ouro Orogênico
dc.subject.otherFerrífero
dc.subject.otherDepósito Lamego
dc.titleControle da mineralização aurífera de Lamego, Sabará, Quadrilátero Ferrífero, MG
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Carlos Alberto Rosiere
local.contributor.advisor1Lydia Maria Lobato
local.contributor.referee1Atlas Correia Neto
local.contributor.referee1Ulisses Cyrino Penha
local.description.resumoA jazida aurífera Lamego, da AngloGold Ashanti Brasil Mineração, em Sabará-MG, é um depósito de ouro orogênico (Groves et al., 1998), mesotermal para epitermal, desenvolvido em um ambiente de tectônica compressional, de caráter epigenético, encaixado em rochas intensamente hidrotermalizadas e estruturalmente deformadas. Acha-se hospedada em rochas arqueanas do Greenstone Belt Rio das Velhas, porção NE do Quadrilátero Ferrífero - QF, com orientação NE-SW que mergulham em um homoclinal para SE. Trabalhos de mapeamento geológico e estrutural detalhado na escala 1:100, em galerias e das áreas de influência da sondagem, foram realizados durante projeto de pesquisa, coordenados na UFMG (financiamento AngloGold e CNPq), de sete níveis mineralizados em quatro corpos de minério, a saber, Carruagem, Queimada, Arco da Velha e Cabeça de Pedra, além da caracterização petrográfica. Da base para o topo afloram: metandesito (rocha verde, fina, em espessura até 200 m), formação ferrífera bandada-FFB e metachert (rocha escura, bandada, até 5 m), filito carbonoso (de 15 a20 m) e sericita-filito (cinza foliada). A principal hospedeira da mineralização é uma FFB, sulfetada. A presença de pirita (±arsenical) associada à arsenopirita indica mineralização em ouro. Houve silicificação, evidenciada pela existência de três gerações de quartzo, de características distintas em escalas macro e microscópica; as duas primeiras gerações ocorrem junto à FFB. A primeira ocorre como quartzo fumê (rico em inclusões fluidas), em massas concordantes ou não, que invadem todo o conjunto mineralizado. São agregados grossos a finos, apresentando evidências de terem sido deformados, de forma heterogênea; os agregados apresentam extinção ondulante, sub-grãos e novos grãos por recristalização parcial. A segunda geração é uma massa quartzosa granoblástica, sendo produto da completa recristalização da primeira; a terceira geração é formada por quartzo leitoso, encontrado principalmente em zona de falha, e que ocorre cortando as duas primeiras gerações. Parte das partículas de ouro nas massas de quartzo, consideradas até então como ouro-livre e de distribuição aleatória, estão espacialmente associadas a faixas reliquiares de rochas encaixantes (FFB e filitos) incorporadas a essas massas. Um dos principais resultados dessa pesquisa é demonstrar que o controle estrutural da mineralização está relacionado com estruturas do tipo pinch-and-swell. As estruturas podem se desenvolver para boudins e, geralmente, exibem formato de tablete de chocolate com estrangulamento em duas direções perpendiculares entre si (100-150/35-60 a 190-220/10-25). Essas estruturas ocorrem em escala centimétrica-hectométrica, e são comumente observadas em venulações boudine e de quartzo fumê e boudins de várias rochas encaixantes e mineralizadas. Estudos petrográficos corroboram que é provável que a mineralização Lamego tenha ocorrido em condições crustais na transição mesozonal para epizonal, diferindo da maior parte dos depósitos auríferos arqueanos clássicos no QF.
local.publisher.initialsUFMG

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