Preditores clínicos de fragilidade em usuários de serviço de atenção secundária em geriatria e gerontologia

dc.creatorMarco Túlio Gualbertocintra
dc.creatorBruna Martins Alves Bento
dc.creatorBruno Vinicius Castello Branco
dc.creatorAntônio Davi de Marinho Sousa
dc.creatorEdgar Nunes de Moraes
dc.creatorMaria Aparecida Camargos Bicalho
dc.date.accessioned2023-12-14T20:04:27Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:30:31Z
dc.date.available2023-12-14T20:04:27Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractObjective: To analyze the health predictors associated with frailty in the older population treated at a Secondary Care Service in Geriatrics and Gerontology, Belo Horizonte, Minas Gerais state, Brazil. Methods: A cross-sectional observational study involving a sample of 4,323 individuals aged 60 years or older that underwent a clinical-functional evaluation was conducted. Sociodemographic and clinical-functional variables were analyzed and compared against the dependent variable of the study: clinical-functional stratum, as measured by the Visual Frailty Scale, dichotomized into frail and non-frail. Univariate logistic regressions were performed and the variables with p-value <0.2 were submitted to multivariate regression by stepwise and forward methods of selecting variables in the equation. Results: The potential explanatory value of the model was 70.4%. Seven variables were associated with frailty: age (OR 1.016; 95%CI: 1.001–1.028; p<0.001), dementia (OR 5.179; 95%CI: 3.839–5.961; p<0.001), depressive symptoms (OR 1.268; 95%CI: 1.090–1.475; p=0.002), urinary incontinence (OR 1.330; 95%CI: 1.153–1.535; p<0.001), changes in gait speed (OR 1.483; 95%CI: 1.287–1.709; p<0.001), calf circumference (OR 0.956; 95%CI: 0.932–0.982; p=0.001), and BMI (OR 1.026; 95%CI: 1.008–1.044; p=0.005). Conclusion: Advanced age, dementia, depressive symptoms, and continence and gait changes were associated with frailty. The study results reveal an association of reduced calf circumference and increased BMI values with frailty in older adults and that dementia diagnosis had the strongest association with the frailty syndrome.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1981-22562022025.220150.pt
dc.identifier.issn18099823
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62000
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Geriatria e Gerontologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaúde do Idoso
dc.subjectFragilidade
dc.subjectFatores Desencadeantes
dc.subjectAtenção Secundária à Saúde
dc.subjectEstudos Transversais
dc.subject.otherSaúde do Idoso
dc.subject.otherFragilidade
dc.subject.otherFatores Desencadeantes
dc.subject.otherAtenção Secundária à Saúde
dc.subject.otherEstudos Transversais
dc.titlePreditores clínicos de fragilidade em usuários de serviço de atenção secundária em geriatria e gerontologia
dc.title.alternativeClinical predictors of frailty in users of Secondary Care in Geriatrics and Gerontology
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage11
local.citation.issue2
local.citation.spage1
local.citation.volume25
local.description.resumoObjetivo: Analisar os preditores de saúde associados à fragilidade na população idosa atendida em um serviço de Atenção Secundária em Geriatria e Gerontologia, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Métodos: Estudo observacional transversal, envolvendo amostra de 4.323 indivíduos com idade igual ou superior a 60 anos, submetidos a avaliação clínicofuncional. Selecionou-se variáveis sociodemográficas e clínico-funcionais que foram analisadas em comparação à variável dependente do estudo: estrato clínico-funcional por meio da Escala Visual de Fragilidade de forma dicotomizada em frágil e não frágil. Foram realizadas regressões logísticas univariadas. As variáveis com valor p<0,2 foram submetidas à regressão multivariada por meio dos métodos de stepwise e forward de seleção de variáveis na equação. Resultados: O valor potencial de explicação do modelo foi de 70,4%. Sete variáveis relacionaram-se à fragilidade: idade (OR 1,016; IC 95%: 1,00–1,028; p<0,001), demência (OR 5,179; IC 95%: 3,839–5,961; p<0,001), sintomatologia depressiva (OR 1,268; IC 95: 1,090–1,475; p=0,002), incontinência urinária (OR 1,330; IC 95%:1,153–1,535; p<0,001), alterações no padrão de marcha (OR 1,483; IC 95%: 1,287–1,709; p<0,001), circunferência de panturrilha (OR 0,956; IC 95%: 0,932–0,982; p=0,001), IMC (OR 1,026; IC 95%: 1,008–1,044; p=0,005). Conclusão: A idade avançada, os quadros demenciais, sintomatologia depressiva, alterações esfincterianas e da marcha associaram-se com fragilidade. Destacam-se a associação entre fragilidade com mensurações reduzidas da circunferência de panturrilha e valores aumentados de IMC e o diagnóstico de demência como a maior força de associação com a síndrome de fragilidade.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/1981-22562022025.220150.pt

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