Efeitos agudos e crônicos de diferentes durações do estímulo de alongamento na amplitude de movimento articular

dc.creatorGabriela Salles Aleixo
dc.date.accessioned2019-08-10T05:12:41Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:53:12Z
dc.date.available2019-08-10T05:12:41Z
dc.date.issued2010-06-18
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9EAMSA
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectExercícios de alongamento
dc.subjectMusculação
dc.subjectArticulações Amplitude de movimento
dc.subject.otherFlexibilidade
dc.subject.otherAmplitude de movimento articular
dc.subject.otherAlongamento
dc.titleEfeitos agudos e crônicos de diferentes durações do estímulo de alongamento na amplitude de movimento articular
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Mauro Heleno Chagas
local.description.resumoO alongamento é entendido como um tipo de exercício capaz de influenciar a amplitude de movimento. Como as fibras musculares são incapazes de alongar-se sozinhas para ocorrer o alongamento, uma força externa ao músculo deve ser aplicada para se conseguir este objetivo, como por exemplo a força da gravidade, a força dos músculos antagonistas aquele que está sendo alongado e a força exercida por outra pessoa ou por alguma parte do próprio corpo da pessoa. Vários estudos têm investigado as diferentes configurações dos componentes que influenciam a carga de treinamento relativa a exercícios de alongamento. A duração do estímulo de alongamento parece ser um dos componentes da carga de treinamento relacionada com a capacidade flexibilidade mais investigada, estudada por vários autores. Sendo assim, a proposta deste estudo foi realizar um levantamento bibliográfico sobre o efeito de diferentes durações do estímulo de alongamento na amplitude de movimento articular, considerando estudos agudos e crônicos. Estas informações visam fornecer subsídios para o Profissional de Educação Física otimizar a prescrição do treinamento. Todos os estudos demonstraram que o grupo experimental teve uma diferença significativa para o grupo controle, mas não foi possível encontrar uma duração ótima. A diferença entre os resultados dos estudos parece estar relacionada com os diferentes protocolos utilizados. É difícil comparar estudos com diferentes desenhos experimentais. Além disso, há necessidade de estudos futuros que controlem a especificidade entre técnica de alongamento e teste, músculo treinado, característica da amostra, controle dos componentes da carga de treinamento, como, intensidade, duração do alongamento.
local.publisher.initialsUFMG

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