O transbordo em Estamira, de Marcos Prado

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Editor

Universidade Federal de Minas Gerais

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Tipo

Tese de doutorado

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Primeiro orientador

Membros da banca

Ivete Lara Camargos Walty
Roniere Silva Menezes
Paulo Bernardo Ferreira Vaz
Reinaldo Martiniano Marques

Resumo

A partir de um contexto, sobretudo, simbólico - o lixo - pretende-se problematizar a (ausência de) enunciação de subjetividades refugadas (que adquirem várias denominações relacionadas à precariedade, à marginalidade e à subalternidade, como invisíveis sociais e refugos humanos). Neste processo, que envolve discussões acerca de aspectos da pós-modernidade e da mediação na literatura e no cinema, o documentário Estamira, de Marcos Prado, será o principal corpus da tese - um corpus dúbio, operando, ora como objeto de estudo, ora como manancial teórico. Através de Estamira - personagem fabular que se projeta no filme - será proposto o conceito de transbordo, alusivo ao espaço crítico ocupado por aqueles que se encontram em um estágio de exclusão posterior à fronteira ou à margem: o 'além dos além'.

Abstract

Assunto

Diretores e produtores de cinema Brasil, Documentário (Cinema) Brasil, Exclusão social, Cinema e literatura, Prado, Marcos Estamira (Filme) Crítica e interpretação, Literatura e sociedade

Palavras-chave

conceito crítico, Documentário, subjetividades refugadas

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