Exercício forçado e prévio à lesão melhora parâmetros motores e produção de fatores neurotróficos em modelo experimental da doença de Parkinson

dc.creatorLuciana Hoffert Castro Cruz
dc.date.accessioned2019-08-10T01:42:10Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:25:28Z
dc.date.available2019-08-10T01:42:10Z
dc.date.issued2012-02-29
dc.description.abstractAnimal models are used to investigate the phenomena underlying the pathogenesis of Parkinson's disease (PD) and the effects of neuroprotective or restorative therapeutic interventions on its onset and progression. We aimed to investigate whether previous treadmill exercise can protect against neuronal death in PD rat model, if it can induce astrocytes´ reaction. We also aimed to verify if previous treadmill exercise can improve the early motor symptoms of Parkinson disease and if these benefits are due to Glial cell-line Derived Neurotrophic Factor (GDNF) and Brain Derived Neurotrophic Factor (BDNF) early after injury. Male Wistar rats were submitted to daily moderate-intensity exercise on a motorized treadmill for three weeks before the injection of 6-hydroxydopamine (6-OHDA) in right substantia nigra pars compacta. We evaluated dopaminergic neuron survival, density of astrocytes in ventral midbrain, gait pattern, balance and spontaneous locomotion. In addition, GDNF and BDNF levels in ventral midbrain and striatum were quantified by ELISA at two moments: one hour and three days after injury, in young and also in adult rats. Preinjury moderate-intensity exercise prevented dynamic postural gait impairment and reduced the difficulty in coordinated movements against gravity. It also induced early expression of striatal GDNF and BDNF, but did not prevent dopaminergic neuron death. In conclusion, we suggested that preinjury physical exercise, adjusted to individual performance, is a potentially useful strategy to improve brain response and motor behavior, probably through GDNF and BDNF expression in 6-OHDA rat model of Parkinson disease.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8VPKQX
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDoença de Parkinson
dc.subjectDegeneração neural
dc.subjectAtividade motora
dc.subjectTerapia por exercício
dc.subjectModelos animais
dc.subjectFármacos neuroprotetores 
dc.subjectRatos Wistar
dc.subjectParkinson, Doença de
dc.subjectDoença de Parkinson/yerapia
dc.subjectSubstância negra
dc.subjectComportamento
dc.subject.otherDoença de Parkinson
dc.subject.otherNeuroproteção
dc.subject.otherGDNF
dc.subject.otherBDNF
dc.subject.otherExercício físico
dc.subject.otherComportamento motor
dc.subject.other6-OHDA
dc.titleExercício forçado e prévio à lesão melhora parâmetros motores e produção de fatores neurotróficos em modelo experimental da doença de Parkinson
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Patricia Massara Martinelli
local.contributor.advisor1Leonor Bezerra Guerra
local.description.resumoModelos animais são usados para investigar fenômenos subjacentes à patogênese da doença de Parkinson (DP), assim como os efeitos de diversas intervenções terapêuticas no início e progressão da DP, sejam elas neuroprotetoras ou de reabilitação. Os objetivos deste estudo foram (i) investigar se o exercício físico prévio à lesão da substância negra pars compacta (SNpc) pode impedir a morte neuronal dopaminérgica, (ii) melhorar sinais motores iniciais no modelo experimental da DP, (iii) verificar a expressão do Fator Neurotrófico Derivado da Glia (GDNF) e Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BDNF) e (iv) reação astrocítica na fase inicial após lesão. Ratos Wistar machos foram exercitados sobre esteira motorizada em intensidade moderada, diariamente, por três semanas, antes da injeção de 6-hidroxidopamina (6-OHDA) na SNpc direita. Foram avaliadas a sobrevivência de neurônios dopaminérgicos, a densidade de astrócitos na porção ventral do mesencéfalo, o padrão de marcha, o equilíbrio, a coordenação motora e a locomoção espontânea. Foram dosados, por ELISA, os níveis de GDNF e BDNF na porção ventral do mesencéfalo e striatum em dois momentos: uma hora e três dias após lesão, em ratos jovens e também em ratos adultos. O exercício prévio impediu a instabilidade postural dinâmica durante a marcha e reduziu a dificuldade nos movimentos coordenados contra a gravidade. Ainda, induziu maior expressão inicial de GDNF e BDNF estriatais em animais jovens e adultos, mas não impediu a morte dos neurônios dopaminérgicos. Sugere-se que o exercício físico prévio, ajustado para desempenho físico individual, seja estratégia potencialmente útil para melhorar o comportamento motor e a resposta do sistema nervoso central, com provável participação do GDNF e BDNF, no modelo experimental da DP. .
local.publisher.initialsUFMG

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