Impacto da educação na saúde de pacientes com artrite reumatoide: estudo piloto

dc.creatorLorena Costa Duval Borges
dc.creatorLidia Assis Chaves
dc.creatorJúnia Amorim Andrade
dc.creatorLuiza Cassimiro da Silva
dc.creatorAna Letícia Fontes de Oliveira Marcelino
dc.creatorRosalma Aparecida Chaves
dc.creatorAdriana Maria Kakehasi
dc.creatorDébora Cerqueira Calderaro
dc.date.accessioned2023-02-24T17:44:00Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:01:08Z
dc.date.available2023-02-24T17:44:00Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractBackground: Educational groups of patients with rheumatoid arthritis (RA) have good acceptance, but controversial benefits for its treatment. This study aims to evaluate quality of life and pain in RA patient attending education groups. Methods: Pilot clinical intervention study of educational groups including 15 RA patients. Twelve weekly appointments lasting two hours each were held. They addressed educational actions on the disease treatment, joint protection and energy conservation measures, occupational therapeutic activities and workshops on sharing experiences. The pain visual analogue scale (VAS-pain) and the 5 domain-three-dimensional descriptive system of EuroQol (EQ-5D-3L) and its visual analogue scale (EQ-VAS) were applied to assess pain and quality of life. Results: Fourteen (93%) patients were female, with a mean age of 61,27 years, mean disease time of 19,93 years. Thirteen (87%) of them had hand joint deformities due to RA. There was a significant improvement in the personal care domain of the EQ-5D-3L (P= 0,046) and a tendency to pain reduction (VAS-pain) and improvement of quality of life (EQ-5D-3L and EQVAS index), without statistical significance (P>0.05). Conclusion: Despite the evaluation of few RA patients, the improvement of patients’ personal care, pain self-perception and quality of life suggests that there was a positive impact of education, occupational therapy interventions and sharing experiences among patients with RA.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.11606/issn.2238-6149.v31i1-3p54-59
dc.identifier.issn2238-6149
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/50374
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFisioterapia
dc.subjectTerapia ocupacional
dc.subjectArtrite reumatoide
dc.subjectEducação em saúde
dc.subject.otherArtrite reumatoide
dc.subject.otherEducação
dc.subject.otherTerapia ocupacional
dc.subject.otherQualidade de vida
dc.subject.otherDor
dc.titleImpacto da educação na saúde de pacientes com artrite reumatoide: estudo piloto
dc.title.alternativeImpact of education on rheumatoid arthritis patients’ health: pilot study
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage59
local.citation.issue1-3
local.citation.spage54
local.citation.volume31
local.description.resumoObjetivo: Grupos de orientação para pacientes com artrite reumatoide (AR) têm boa aceitação, mas benefícios controversos no tratamento dessa doença. Este estudo visa a avaliar seu impacto sobre a qualidade de vida e a dor em pacientes com AR. Métodos: Ensaio clínico piloto de intervenção em grupos de orientação que incluiu 15 pacientes com AR. Foram realizados 12 encontros de duas horas por semanas, que abordaram ações educativas sobre a doença, o tratamento, medidas de proteção articular e conservação de energia, atividades terapêuticas ocupacionais e oficinas de vivências. Foram utilizados a escala visual analógica de dor (EVA dor) e o sistema descritivo em três níveis de cinco dimensões do EuroQol e sua escala visual analógica (EQ-5D-3L e EQ-VAS) para avaliação da qualidade de vida. Resultados: Catorze (93%) pacientes eram do gênero feminino, com idade média 61,27 anos, tempo médio de doença de 19,93 anos. Treze (87%) deles apresentavam deformidades articulares em mãos pela AR. Houve melhora significativa no domínio cuidados pessoais do EQ-5D-3L (p=0,046) e tendência à redução da dor(EVA dor) e melhora da qualidade de vida (EQ-5D-3L e EQVAS),sem significância estatística (P>0,05). Conclusões: Apesar do pequeno número de pacientes incluídos neste estudo piloto, a melhora dos cuidados pessoais, da autopercepção da dor e da qualidade de vida dos pacientes sugere que houve impacto positivo da educação, das atividades terapêuticas ocupacionais e do compartilhamento de vivências entre os pacientes com AR.
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0003-1156-5771
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0001-6725-9621
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7714-5214
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-6843-293X
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0001-9597-6601
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0001-8689-3628
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9411-7493
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5535-3223
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEF - DEPARTAMENTO DE TERAPIA OCUPACIONAL
local.publisher.departmentHCL - HOSPITAL DAS CLINICAS
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE APARELHO LOCOMOTOR
local.publisher.initialsUFMG
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