Rotas culturais no Alto Jequitinhonha, MG - o patrimônio histórico e geomineiro do distrito de extração, Diamantina - MG. territorialidade, identidade e turismo

dc.creatorClaudio Henrique do Nascimento
dc.creatorLiliane Rodrigues de Oliveira Braga
dc.creatorJosé Antônio Souza de Deus
dc.creatorLussandra Martins Gianasi
dc.creatorLudimila de Miranda Rodrigues Silva
dc.date.accessioned2025-11-05T15:17:10Z
dc.date.accessioned2025-11-14T15:43:28Z
dc.date.available2025-11-05T15:17:10Z
dc.date.issued2018
dc.identifier.issn2176-2783
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/85447
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjecta
dc.subject.otherpatrimônio geomineiro
dc.subject.othergeoturismo
dc.subject.otherterritorialidades
dc.subject.otherpercepção ambiental
dc.titleRotas culturais no Alto Jequitinhonha, MG - o patrimônio histórico e geomineiro do distrito de extração, Diamantina - MG. territorialidade, identidade e turismo
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue10
local.description.resumoNas últimas décadas, iniciativas de conservação do patrimônio geológico e mineiro têm se disseminado em nível nacional e internacional por meio de instituições governamentais e acadêmicas. Dentre essas, o desenvolvimento de roteiros geoturísticos, pode se configurar como uma prática relevante para as comunidades tradicionais, por meio da sua inserção na construção e desenvolvimento de projetos que visam a valorização e conservação do patrimônio geomineiro. O objetivo deste trabalho foi investigar a percepção da comunidade do distrito de Extração, em Diamantina no Alto Jequitinhonha, MG, a respeito do patrimônio geomineiro local frente ao desenvolvimento de propostas geoturísticas. Diamantina, reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade, se transformou num importante ícone para a história da mineração do Brasil. Em sua porção sudeste encontra-se o distrito de Extração, também conhecido por Curralinho, situado a 12 km da área urbana. No distrito aflora o Conglomerado Diamantífero Sopa, reconhecido pela Comissão Brasileira de Sítios Geológicos e Paleontológicos - SIGEP como uma importante unidade geológica e marco histórico da mineração de diamantes no Brasil. Os procedimentos metodológicos se pautaram inicialmente em pesquisa bibliográfica acerca do patrimônio geomineiro; geoturismo; percepção ambiental; geografia cultural; territorialidades. Trabalhos de campo, aí realizados, contaram com a realização de entrevistas semiestruturadas com a comunidade local, bem como a visitação e observação in loco do patrimônio geomineiro. A partir da contextualização e sistematização dos dados primários e secundários obtidos, a análise dos resultados permitiu identificar que a comunidade local mantém uma relação intrínseca com a história da mineração de diamantes, seja pela toponímia, pelas manifestações culturais como o festejo de Nossa Senhora do Rosário dos Garimpeiros, num contexto regional, que tem como atrativos locais de interesse geológico (geossítios) e de lazer como a gruta do Salitre, a cachoeira dos Remédios, a represa e o Hotel Fazenda Estância do Salitre, implantado numa antiga área de extração de diamantes. A história da mineração encontra-se presente enquanto um fator constitutivo da identidade territorial local. A comunidade se mostrou favorável e receptiva a propostas de desenvolvimento e planejamento para a consolidação do geoturismo local.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8547-8369
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentIGC - DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.even3.com.br/anais/xmestres/104379-rotas-culturais-no-alto-jequitinhonha-mg--o-patrimonio-historico-e-geomineiro-do-distrito-de-extracao-diamantin/

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