Poesias, músicas, histórias, desenhos, pinturas, danças e brincadeiras na Educação Infantil: modos de ser e estar no mundo

dc.creatorMaria Laura de Abreu Rosa
dc.date.accessioned2020-05-07T14:22:40Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:18:14Z
dc.date.available2020-05-07T14:22:40Z
dc.date.issued2019-12-07
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/33363
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherDiversidade
dc.subject.otherRelações de gênero
dc.subject.otherEducação infantil
dc.titlePoesias, músicas, histórias, desenhos, pinturas, danças e brincadeiras na Educação Infantil: modos de ser e estar no mundo
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Paulo Henrique de Queiroz Nogueira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8909526439792166
local.contributor.referee1Levindo Diniz Carvalho
local.description.resumoO trabalho que você tem em mãos tem como objetivo o desenvolvimento de atividades de desenho livre, pintura, escuta de músicas e histórias, audição de poesias, invenção de coreografias e danças na EMEI Violeta de Abreu Rosa, numa turma denominada “Arca de Noé”. As crianças de quatro e cinco anos de idade, dessa turma, apresentavam, desde o primeiro dia de aula, certezas “duvidosas” relacionadas a questões de gênero, tais como: a existência de cores, gestos, personagens, indumentárias, brincadeiras e brinquedos distintos para meninos e meninas. A partir da observação e constatação desse modo já perceptivelmente “naturalizado” de pensar de crianças, em tão tenra idade, foi realizada uma intervenção em que a turma teve a oportunidade de interagir com as cores que julgavam ser as cores destinadas aos meninos e às meninas, misturando-as, produzindo outras e com elas pintaram painéis, quadros e pôsteres, brincaram com brinquedos que julgavam destinados a apenas menino ou menina, escutaram histórias que desmistificavam a ideia de que existem comportamentos exclusivos para um ou outro, inventaram a coreografia para a festa junina, dançando com um bambolê, brinquedo que acreditavam ser somente de meninas. Utilizei-me, no campo metodológico, dos pressupostos da pesquisa qualitativa, tais como: estudo de caso, observação participante e diário de bordo, onde registrei os diálogos interativos entre as crianças e seus pares e entre elas e eu e suas ações intencionais ou não. Muitas outras experiências foram vividas e muitas delas ultrapassaram a fronteira do campo das relações de gênero que, inicialmente, suscitou a demanda desse trabalho. O que cada tripulante guardou em si da experiência tem se evidenciado, ainda hoje, no espaço da escola, em novas vivências.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Formação de Educadores Para a Educação Básica

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