O diagnóstico do hiv/aids em homens heterossexuais: a surpresa permanece mesmo após mais de 30 anos de epidemia

dc.creatorDaniela Riva Knauth
dc.creatorBruna Hentges
dc.creatorJuliana Lopes de Macedo
dc.creatorFlávia Bulegon Pilecco
dc.creatorLuciana Barcellos Teixeira
dc.creatorAndréa Fachel Leal
dc.date.accessioned2023-10-17T00:14:19Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:03:35Z
dc.date.available2023-10-17T00:14:19Z
dc.date.issued2020
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/0102-311X00170118
dc.identifier.issn0102311X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/59519
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCadernos de Saúde Pública
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSíndrome de Imunodeficiência Adquirida
dc.subjectHIV
dc.subjectMasculinidade
dc.subjectHeterossexualidade
dc.subject.otherSíndrome de Imunodeficiência Adquirida
dc.subject.otherHIV
dc.subject.otherMasculinidade
dc.subject.otherHeterossexualidade
dc.titleO diagnóstico do hiv/aids em homens heterossexuais: a surpresa permanece mesmo após mais de 30 anos de epidemia
dc.title.alternativeHIV/AIDS diagnosis in heterosexual men: still a surprise after more than 30 years of the epidemic
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage11
local.citation.issue6
local.citation.spage1
local.citation.volume36
local.description.resumoOs homens são o principal grupo afetado pela infecção do HIV no Brasil, com tendência de crescimento nos últimos dez anos. Nos dados oficiais, os homens heterossexuais representam 49% dos casos, os homossexuais 38% e os bissexuais 9,1%. Os homens heterossexuais ficaram subsumidos na categoria de “população geral”, não recebendo destaque em políticas ou ações de prevenção. O presente artigo se propõe a analisar as circunstâncias e estratégias por meio das quais os homens heterossexuais descobrem o diagnóstico do HIV. Busca-se, assim, compreender os caminhos percorridos, bem como os atores sociais envolvidos no diagnóstico de HIV/aids. Os dados analisados resultam de uma pesquisa qualitativa na qual foram entrevistados 36 homens vivendo com HIV/aids que não se identificam como homossexuais e/ou bissexuais. Esses homens foram contatados em três serviços especializados em aids de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. Os resultados indicam que eles se consideram imunes ao HIV, sendo o diagnóstico um evento inesperado. As mulheres (parceiras afetivo-sexuais e/ou ex-parceiras) são peças fundamentais para o diagnóstico masculino, pois revelam, seja pelo pré-natal, seja pelo adoecimento, a presença do HIV. Uma parcela importante dos homens se descobre soropositivo por ocasião de alguma doença, como a tuberculose, ou após várias idas e vindas dos serviços de saúde. A busca pela testagem de forma espontânea só acontece mediante a identificação de situações e sinais associados a uma possível contaminação. Os homens heterossexuais possuem poucas oportunidades de diagnóstico do HIV e, para além do gênero, são sujeitos à vulnerabilidade programática.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/0102-311X00170118

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