“Da favela para o mundo”: o funk e o reexistir de jovens adolescentes na EJA e na cidade

dc.creatorAdelson Afonso da Silva França Júnior
dc.date.accessioned2020-03-05T17:44:15Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:55:54Z
dc.date.available2020-03-05T17:44:15Z
dc.date.issued2019-12-18
dc.description.abstractThe present work sought to investigate the ways in which periphery students enrolled in Youth and Adult Education (EJA), young adolescents, aged 15 to 17 years, build their juvenile identities, having as reference their relations with the funk culture and the city of Belo Horizonte. The methodological option was focused on qualitative research in order to understand the ways of being a young producer of knowledge of funk culture in the periphery and its articulations with the territory and the school of EJA. Thus, the research subjects were four students who routinely engage in dances held in three communities in a bordering region between the cities of Belo Horizonte and Contagem, namely: “Subaco das Cobras”, “Morro da Vaca” and "Morro dos Cabritos". They were interviewed and accompanied at some of these events. To address this issue, we resorted to the categories of periphery, identity, culture and youth conditions. To this end, we turn to authors who address these issues, such as Arroyo (2017), Carrano (2015), Dayrell (2016) and Sposito (2011). The text problematizes the realization of the right to the city, denouncing the (in) visible barriers to which young people are subjected, the decontextualization of public policies, focused on Youth and Adult Education, as well as the decontextualization of the pedagogical practices of the school in relation to the realities experienced by him / her. The work points to the importance of funk culture in the construction of juvenile peripheral identities that present themselves as processes of resistance and re-existences in the face of systematic denial of rights. It also indicates the need and some possibilities to rethink the pedagogical practice with young adolescents in the YAE, in face of this analyzed reality.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/32709
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/3.0/pt/
dc.subjectEducação
dc.subjectEducação de adultos
dc.subjectMúsica na educação
dc.subjectFunk (Música) - Aspectos educacionais
dc.subjectJovens
dc.subjectJuventude - Cultura
dc.subjectIdentidade
dc.subjectEducação urbana
dc.subjectPeriferias urbanas
dc.subjectSociologia urbana
dc.subjectBelo Horizonte (MG) - Educação
dc.subjectBelo Horizonte (MG) - População urbana
dc.subjectFavelas
dc.subject.otherJuventudes
dc.subject.otherPeriferia
dc.subject.otherEducação de Jovens e Adultos (EJA)
dc.subject.otherDireito à cidade
dc.subject.otherCultura do Funk
dc.title“Da favela para o mundo”: o funk e o reexistir de jovens adolescentes na EJA e na cidade
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Heli Sabino de Oliveira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6656218487648461
local.contributor.referee1Débora Mariz
local.contributor.referee1Leôncio José Gomes Soares
local.contributor.referee1Francisco Andre Silva Martins
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3696635324991714
local.description.resumoO presente trabalho buscou investigar os modos com os quais educandos/as de periferia, matriculados/as na Educação de Jovens e Adultos (EJA), jovens adolescentes, com idade entre 15 e 17 anos, constroem suas identidades juvenis, tendo como referência suas relações com a cultura do funk e com a cidade de Belo Horizonte. A opção metodológica teve como enfoque a pesquisa qualitativa, a fim de compreender os modos de ser jovem produtor de conhecimento da cultura do funk na periferia e suas articulações com o território e a escola de EJA. Assim, foram tomados como sujeitos da pesquisa quatro estudantes que se envolvem rotineiramente em bailes realizados em três comunidades de uma região limítrofe entre as cidades de Belo Horizonte e Contagem, a saber: o “Subaco das Cobras”, o “Morro da Vaca” e o “Morro dos Cabritos”. Eles foram entrevistados e acompanhados em alguns desses eventos. No trato dessa temática, evocamos as categorias de periferia, identidade, cultura e condições juvenis. Para tanto, recorremos a autores que tratam dessas questões, tais como Arroyo (2017), Carrano (2015), Dayrell (2016) e Sposito (2011). O texto problematiza a efetivação do direito à cidade, denunciando as barreiras (in)visíveis a que os/as jovens estão submetidos/as e a descontextualização das políticas públicas voltadas para Educação de Jovens e Adultos bem como das práticas pedagógicas da escola em relação às realidades vivenciadas por ele/as. O trabalho aponta para a importância da cultura do funk na construção das identidades periféricas juvenis que se apresentam como processos de resistências e reexistências diante da sistemática negação de direitos. Indica ainda a necessidade e algumas possibilidades de se repensar a prática pedagógica com jovens adolescentes na EJA diante da realidade analisada.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0607-576X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação e Docência

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