A erotomania como resposta psicótica aos impasses do amor

dc.creatorJuliana Bressanelli
dc.date.accessioned2019-08-11T22:15:42Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:33:54Z
dc.date.available2019-08-11T22:15:42Z
dc.date.issued2007-09-27
dc.description.abstractThis work of dissertation consists of approaching the concept of Erotomania as a response given by the psychotic for the question that is presented to the human being, caused by the contingency inherent to the encounter with the loving partner. We establish how love sets up a problem to the human being and we work this perspective pointing the specificity of Erotomania in its differentiation with the response given by the neurotic, which is, the loving transference. We present two clinical cases that allow us to exemplify and to oppose these two types of response. Considerations are also made referring to the theoretical and clinical importance, essentially, about the position of the analyst in the transference and the possibility of its handling in the clinic of the psychoses.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/TMCB-7WYM2B
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPsicoses
dc.subjectPsicopatologia
dc.subjectErotismo
dc.subjectPsicologia
dc.subject.otherErotomania
dc.subject.othertransferência
dc.subject.otherpsicose
dc.titleA erotomania como resposta psicótica aos impasses do amor
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Antonio Marcio Ribeiro Teixeira
local.contributor.referee1Angela Maria Resende Vorcaro
local.contributor.referee1Lúcia Grossi dos Santos
local.description.resumoEsse trabalho de dissertação consiste em abordar o conceito de Erotomania como uma resposta dada pelo sujeito psicótico para a questão que se apresenta ao ser humano, provocada pela contingência inerente ao encontro com o parceiro amoroso. Estabelecemos de que forma o amor se coloca como problema para o ser humano e trabalhamos essa perspectiva apontando para a especificidade da Erotomania em sua diferenciação com a resposta dada pelo sujeito neurótico, qual seja, o amor de transferência. Para tanto, apresentamos dois casos clínicos, que nos permitem exemplificar e contrapor esses dois tipos de resposta. São feitas ainda considerações que se referem à importância teórica e clínica, essencialmente, quanto à postura do analista na transferência e a possibilidade de seu manejo na clínica das psicoses.
local.publisher.initialsUFMG

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