Efeito da solução de armazenamento na resistência de união entre cimento resinoso e resina composta

dc.creatorTarciane Marcia Ferreira
dc.creatorAlberto Nogueira da Gama Antunes
dc.creatorVinicius de Magalhaes Barros
dc.creatorHerbert Haueisen Sander
dc.creatorWalison Arthuso Vasconcellos
dc.creatorRicardo Rodrigues Vaz
dc.date.accessioned2024-07-22T20:20:21Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:22:42Z
dc.date.available2024-07-22T20:20:21Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractThe aim of this study was to evaluate the effect of the storage methodology on the bond strength between a resin cement and a composite resin. TPH composite resin was used to fill a silicone mold (10.0mm x 6.0mm), resulting in two cylindrical blocks. Their bases were polished with silicon carbide sandpaper (#600) and Single Bond 2 adhesive was applied. Fill Magic Dual Cement was used to cement the two resin blocks. After 24 hours, the set was sectioned into 15 stick-shaped specimens (1.0mm2 cross-sectional area). For the control group (Group I), five specimens (n=5) were randomly selected and tested using a Micro Tensile Tester-MTT machine, under a 500N load cell and 1.0mm/minute speed. Five specimens were randomly selected to form the water storage group (Group II) and the remaining five assigned to the alcohol storage group (Group III). After storage for two months, each specimen was subjected to a tensile test under the same conditions previously described in Group I. The values ​​were submitted to ANOVA and the Tukey test at a 95% confidence level. The results revealed that the control group (23.7 ± 6.7Mpa) showed a significant difference in relation to the group stored in water (14.2 ± 1.6MPa) and the group stored in alcohol (8.1 ± 2.7Mpa), after two months, p<0 .05. There was no statistically significant difference between storage groups II and III. Both storage methodologies were able to reduce the bond strength value.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn14133326
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/71189
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista do CROMG
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCimentos Dentários
dc.subjectResistência à Tração
dc.subjectCimentação
dc.subjectOdontologia
dc.subject.otherCimentos Dentários
dc.subject.otherResistência à Tração
dc.subject.otherCimentação
dc.titleEfeito da solução de armazenamento na resistência de união entre cimento resinoso e resina composta
dc.title.alternativeEffect of storage solution on bond strength between resin cement and composite resin
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage31
local.citation.issue2
local.citation.spage26
local.citation.volume17
local.description.resumoO objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da metodologia de armazenamento na resistência de união entre um cimento resinoso e uma resina composta. A resina composta TPH foi usada para preencher um molde de silicone (10,0mm x 6,0mm), resultando em dois blocos cilíndricos. Suas bases foram polidas com lixa de carbeto de silício (#600) e aplicado o adesivo Single Bond 2. O cimento Fill Magic Dual Cement foi usado para cimentar os dois blocos de resina. Após 24 horas o conjunto foi seccionado em 15 corpos-de-prova com o formato de palitos (1.0mm2 de área de secção transversal). Para o grupo controle (Grupo I), cinco corpos-de-prova (n=5) foram aleatoriamente selecionados e testados utilizando uma máquina de Micro Tensile Tester-MTT, sob uma célula de carga de 500N e 1.0mm/minuto de velocidade. Cinco corpos-de-prova foram aleatoriamente selecionados para formar o grupo de armazenamento em água (Grupo II) e os cinco restantes designados para o grupo de armazenamento em álcool (Grupo III). Após o armazenamento de dois meses, cada corpo-de-prova foi submetido ao ensaio de tração nas mesmas condições anteriormente descritas no Grupo I. Os valores foram submetidos à ANOVA e ao teste de Tukey ao nível de confiança de 95%. Os resultados revelaram que o grupo controle (23.7± 6.7Mpa), apresentou diferença significativa em relação ao grupo armazenado em água (14.2 ± 1.6MPa) e ao grupo armazenado em álcool (8.1 ± 2.7Mpa), após dois meses, p<0,05. Não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos II e III de armazenamento. As duas metodologias de armazenamento foram capazes de reduzir o valor da resistência de união.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA RESTAURADORA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revista.cromg.org.br/index.php/rcromg/article/view/20

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