Identidades coletivas e produção, circulação e usos de representações históricas: do final do Antigo Regime à emergência do Império Constitucional no Brasil (c. 1788-1823)

dc.creatorLuiz Carlos Villalta
dc.date.accessioned2023-03-27T12:06:57Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:03:19Z
dc.date.available2023-03-27T12:06:57Z
dc.date.issued2019
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.isbn978-85-54944-36-0
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/51231
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSeminário Internacional Cultura Escrita no Mundo Moderno
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBrasil História Império, 1822-1889
dc.subjectCaneca, frei, 1779-1825
dc.subjectTiradentes, 1746-1792
dc.subjectSilva, Luís Vieira da, 1735-
dc.subject.otherJusnaturalismo Luzes Pufendorf Raynal
dc.subject.otherSegunda Escolástica Padre Vieira
dc.subject.otherRestauração Portuguesa Independência
dc.subject.otherTiradentes
dc.subject.otherRestauração Pernambucana Independência do Brasil
dc.subject.otherFrei Caneca
dc.titleIdentidades coletivas e produção, circulação e usos de representações históricas: do final do Antigo Regime à emergência do Império Constitucional no Brasil (c. 1788-1823)
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage95
local.citation.issue1
local.citation.spage88
local.description.resumoA crise do Antigo Regime e a emergência do Império Constitucional do Brasil, ocorridas entre 1788 e 1822, foram processos complexos, ambíguos, não lineares ou cumulativos. À época, os habitantes do Brasil reconheciam-se como paulistas, baianos, pernambucanos etc. e, ao mesmo tempo, entendiam que “ser paulista, pernambucano ou baiano significava ser português, ainda que se tratasse de uma forma diferenciada de sê- lo”, isto é, ser português da América. A identidade “brasileira”, assim, estava ainda em formação e, por vezes, defrontava-se de modo tenso com as identidades locais e com a identidade portuguesa maior. Tais tensões foram estimuladas pelas transformações decorrentes da “interiorização da metrópole”, que, a partir de 1808, grosso modo, implicou a substituição de Lisboa pelo Rio de Janeiro. Nessa situação, Portugal perdeu a primazia e as capitanias do Norte passaram a ser vítimas de uma espoliação aqui centralizada. Os processos de crise do Antigo Regime e de constituição do Império do Brasil e os diálogos identitários que lhes foram correlatos envolveram a produção e a circulação de representações históricas, bem como seus usos em meio aos embates políticos. Nesses processos, as identidades coletivas e as representações históricas foram mobilizadas para legitimar diferentes projetos políticos. Nesta versão resumida da comunicação, vou me ater ao sermão do frei Joaquim do Amor Divino Caneca, de 1822, em que se veem apropriações de autores e textos em comum com aquelas feitas, em 1788-9, por Tiradentes e pelo cônego Luís Vieira da Silva, ambos Inconfidentes de Minas Gerais.3 Luzes, jusnaturalismos escolástico e moderno e apropriações das Restaurações são encontrados no Sermão de Caneca
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://iluminuras.art.br/docs/Anais_SICEMM.pdf

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