Medidas da pressão de língua em pacientes pós-acidente vascular cerebral

dc.creatorGrazielle Duarte de Oliveira
dc.date.accessioned2019-08-13T21:26:57Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:56:52Z
dc.date.available2019-08-13T21:26:57Z
dc.date.issued2015-02-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-A32FK9
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFonoaudiologia
dc.subjectLingua/fisiopatologia
dc.subjectQualidade da voz/fisiologia
dc.subjectEstudo comparativo
dc.subjectAvaliação da deficiência
dc.subjectTranstornos de deglutição
dc.subjectForça muscular/fisiologia
dc.subjectAcidente vascular cerebral
dc.subjectEstudo observacional
dc.subjectPacientes
dc.subject.otherAvaliação
dc.subject.otherTranstornos de deglutição
dc.subject.otherLíngua
dc.subject.otherForça muscular
dc.subject.otherAcidente vascular cerebral
dc.titleMedidas da pressão de língua em pacientes pós-acidente vascular cerebral
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Laelia Cristina Caseiro Vicente
local.contributor.advisor1Andrea Rodrigues Motta
local.contributor.referee1Tatiana Vargas de Castro Perilo
local.contributor.referee1Adriane Mesquita de Medeiros
local.description.resumoObjetivo: comparar a pressão de língua entre pacientes pós-acidente vascular cerebral agudo e participantes saudáveis e verificar, nesses pacientes, se o tempo de ocorrência do evento, o tipo de AVC, o hemicorpo acometido por hemiplegia, a presença e o grau de disfagia interferem na pressão de língua. Métodos: estudo observacional analítico do tipo transversal, conduzido com amostra probabilística de 31 pacientes internados pós-acidente vascular cerebral (grupo caso) e 31 participantes saudáveis (grupo controle), pareados por sexo e idade (± 2 anos). O grupo caso incluiu participantes que sofreram acidente vascular cerebral entre 24 e 72 horas da data da avaliação. O estudo foi realizado por meio de avaliação clínica e instrumental. Para avaliação clínica foi realizada uma prova de mobilidade lingual e investigação da presença de disfagia por meio do protocolo de avaliação de disfagia do serviço de Fonoaudiologia do hospital. Na avaliação instrumental foi empregado um dispositivo que mede a pressão de língua, o Iowa Oral Performance Instrument, tendo sido realizadas três medidas da pressão anterior e três da pressão posterior. As avaliações foram realizadas por uma examinadora fonoaudióloga, com experiência em motricidade orofacial e disfagia. Um avaliador independente refez a avaliação clínica em 15% da amostra. Registrou-se os valores de pressão média e máxima e os dados foram analisados por meio de estatística apropriada ao nível de significância de 5%. Resultados: cada grupo contou com a participação de 17 mulheres e 14 homens, sendo a média da faixa etária do grupo caso de 61,8 anos, e do grupo controle de 61,3 anos. O grupo caso apresentou pressão de língua menor que o controle tanto na medida anterior quanto na posterior. A pressão anterior de língua foi maior no sexo masculino, mas apenas no grupo controle. As faixas etárias de 38 a 59 anos e 70 a 89 anos diferiram apenas no grupo caso, tendo o grupo mais jovem apresentado maior pressão posterior de língua. Encontrou-se, nos dois grupos, baixa correlação negativa entre idade e pressão de língua posterior. Tanto no grupo caso quanto no grupo controle a pressão anterior apresentou valores maiores do que a posterior. Verificou-se correlação forte e positiva entre pressão anterior e posterior no grupo caso e no grupo controle. Dentre os pacientes pós-acidente vascular cerebral os disfágicos apresentaram pressão anterior e posterior média e máxima da língua menor que pacientes sem a presença de disfagia. O tempo de ocorrência do acidente vascular cerebral, o tipo e a presença de hemiplegia não apresentaram associação com a pressão lingual. Em relação ao grau de disfagia, dentre os 15 participantes que apresentaram a dificuldade de deglutição 14 foram classificados com disfagia leve e um com disfagia moderada. Conclusão: a pressão de língua é menor em pacientes que sofreram acidente vascular cerebral agudo em relação aos participantes saudáveis, entretanto a disfagia, ainda que de grau leve, é o fator preponderante para esta diminuição de pressão. O tipo de acidente vascular cerebral, tempo e lado da hemiplegia não apresentam relação com a pressão de língua. De acordo com estes achados, faz-se necessário incluir exercícios para força de língua na reabilitação destes pacientes, principalmente na presença de disfagia.
local.publisher.initialsUFMG

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