Roaming, wandering, deviation and error: dialogues between "Paradise Lost" and the novels of Salman Rushdie

dc.creatorMayra Helena Alves Olalquiaga
dc.date.accessioned2019-08-11T21:40:07Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:58:47Z
dc.date.available2019-08-11T21:40:07Z
dc.date.issued2014-03-20
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-9HEGTK
dc.languageInglês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRushdie, Salman, 1947- Satanic verses Crítica e interpretação
dc.subjectExigências do sistema: Adobe Acrobat Reader
dc.subjectRushdie, Salman, 1947- Ground beneath her feet Crítica e interpretação
dc.subjectRushdie, Salman, 1947- Fury Crítica e interpretação
dc.subjectRushdie, Salman, 1947- Moor's last sigh Crítica e interpretação
dc.subjectMilton, John, 1608-1674 Paradise lost Crítica e interpretação
dc.subjectPersonagens literários
dc.subject.otherRushdie
dc.subject.otherinfluência
dc.subject.other'destinerrance'
dc.subject.otherMilton
dc.titleRoaming, wandering, deviation and error: dialogues between "Paradise Lost" and the novels of Salman Rushdie
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Luiz Fernando Ferreira Sa
local.contributor.referee1Sandra Regina Goulart Almeida
local.contributor.referee1Sergio Luiz Prado Bellei
local.contributor.referee1João Cezar de Castro Rocha
local.contributor.referee1Alcides Cardoso dos Santos
local.description.resumoEsta tese propõe uma leitura do poema épico 'Paradise Lost' e quatro romances de Salman Rushdie, 'The Satanic Verses', 'The Moor's Last Sigh', 'Fury' e 'The Ground Beneath Her Feet'. Buscando uma leitura comparada mais nuançada destes textos, uma leitura para além de um paradigma linear, o termo destinerrance cunhado por Jacques Derrida, será usado para pensar como a obra desse 'sucessor' dialoga com a de Milton, conferindo ao épico um tipo de sobrevida elusiva. Destinerrance aqui sinaliza um processo contínuo de re-significação textual em que as noções de adesão ou similaridade a um ponto original, central, se desfazem. No caso de Milton e seu 'sucessor', a obra de Rushdie será vista como espaços em que colaboração e contestação em relação ao épico são simultânea e continuamente encenadas. Rushdie então costura a imagética do jardim do Éden e da queda e um discurso satânico de transgressão para escrever territórios e personagens constituídos nos cruzamentos de domínios de diferença, territórios em que passado colonial e as formações culturais e as estruturas de poder contemporâneas são continuamente questionados e negociados. Desta forma, sua obra pode re-significar o texto de Milton, mediando, nesses desvios, a forma como este nos chega hoje
local.publisher.initialsUFMG

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