Só se vê aquilo que se olha: a experiência estética no ensino de Arte
| dc.creator | Debora Augusta do Amaral e Castro | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-11T22:47:10Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:27:19Z | |
| dc.date.available | 2019-08-11T22:47:10Z | |
| dc.date.issued | 2015-12-13 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUBD-A9GHTP | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Artes | |
| dc.subject.other | Experiência estética | |
| dc.subject.other | Professor Artista | |
| dc.subject.other | Ensino de Arte | |
| dc.title | Só se vê aquilo que se olha: a experiência estética no ensino de Arte | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Geraldo Freire Loyola | |
| local.contributor.referee1 | Antonia Dolores Belico Soares | |
| local.contributor.referee1 | Evandro Jose Lemos da Cunha | |
| local.description.resumo | A experiência estética para o ensino de Arte se faz presente de forma consistente e contínua na vida de professores que, não se encerram em sua docência, mas, ao contrário, se permitem vivenciar e produzir obras de arte. Ao praticar a expressão artística por meio de suas próprias elaborações e experiências, este profissional acredita na importância do conteúdo que se propõe a ensinar. O estudo em questão discute acerca da possibilidade de influência estética do professor/artista em detrimento de experiências individuais e coletivas de alunos em sala de aula. Nesse sentido se define, em primeiro lugar, o conceito de estética, tendo como principais referências o pensamento de Luigi Pareyson e Jacques Rancière, dois filósofos do campo da estética. Tais definições serão amparo para a construção da proposta de um ideal de professor de Artes, atuante dentro e fora da sala de aula por meio da vivência crítica e autoconsciente da expressão artística, buscando, para tanto,elucidações pedagógicas nos estudos de Ana Mae Barbosa e Paulo Freire. Por fim, uma pesquisa prática com observações e dados in loco sobre a atuação do professor Eugênio Paccelli da Silva Horta exemplifica e afirma o diferencial qualitativo do ensino quando nessas circunstâncias, evidenciando a necessidade de se repensar a formação e a postura de docentes que não vivenciam a prática artística no seu cotidiano. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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