A casa do Largo do Sacramento: um breve registro de memória
| dc.creator | Maria Aparecida Resende | |
| dc.date.accessioned | 2023-07-04T12:29:21Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:27:09Z | |
| dc.date.available | 2023-07-04T12:29:21Z | |
| dc.date.issued | 2012-07-28 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/55725 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/ | |
| dc.subject.other | Patrimônio | |
| dc.subject.other | Casa | |
| dc.subject.other | Praça | |
| dc.subject.other | Memória | |
| dc.subject.other | Preservação | |
| dc.title | A casa do Largo do Sacramento: um breve registro de memória | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Luana Carla Martins Campos | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/9953266134142337 | |
| local.contributor.referee1 | Maria Luiza Grossi Araujo | |
| local.description.resumo | O presente trabalho visa compreender as transformações ocorridas no espaço da antiga Praça do “Largo do Sacramento” e a atual “Praça Sete de Setembro”, e em especial o registro de memória dos moradores da casa mais antiga, ou seja, a Casa dos Bonsucesso, demonstrando com os relatos de memórias, como e quais foram os processos de construção e desconstrução de um patrimônio local. Há que se entender que o Largo do Sacramento abrangia uma grande área e que num dado momento da história o grande espaço, a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, tornou-se o marco divisor da grande praça. Para melhor entendimento do marco divisor: quem sobe a Rua Padre Antônio Correia depara-se com a Igreja Nossa da Conceição, encontrando à direita da Igreja, a conhecida por todos os congonhenses a Praça Dom Silvério (que na verdade é a Praça Barão de Congonhas, conforme lei de 1948) e à esquerda da Igreja, a Praça Sete de Setembro, onde está a residência da narradora, objeto de nosso estudo. Pretendemos, com esse trabalho, focar nossos estudos no lado esquerdo da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, ou seja, a casa de número 89 e, obviamente, a Praça Sete de Setembro, hoje. Portanto, o trabalho versará sobre as questões relacionadas à preservação do patrimônio imaterial (que inclui relato dos moradores da praça, quantas e como eram as casas, quantas ainda existem) e, outra abordagem, ainda que em menor destaque nesse trabalho, refere-se à referência a uma árvore existente na praça denominada popularmente de “Cutieira”. Importa-nos reconstruir a memória da casa da narradora e do espaço da praça, sua história e transformações, criando assim situações de análise e reflexão acerca da valoração e preservação da memória e, consequentemente, do espaço da casa e da praça como um local histórico, social e cultural, culminando na criação do “Dia da Praça”. Isso permitiria rememorar as histórias da praça por meio de um evento no qual seriam contadas histórias pelos seus atuais e antigos moradores, expondo documentos, fotos, depoimentos orais, entrevistas com moradores e cidadãos que fazem e fizeram parte desta construção/desconstrução da memória da Praça, ontem e hoje. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Curso de Especialização em Ensino na Educação Básica |