Perda auditiva em crianças com fissuras palatinas

dc.creatorMarcia Helena Miranda de Freitas Oliveira
dc.date.accessioned2019-08-13T20:53:57Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:10:02Z
dc.date.available2019-08-13T20:53:57Z
dc.date.issued2015-03-20
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-A32JSL
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFonoaudiologia
dc.subjectAudição
dc.subjectFissura palatina
dc.subjectTestes de impedância acústica
dc.subjectTranstornos da audição
dc.subject.otherCiências da Saúde: Saúde da Criança e do Adolescente
dc.titlePerda auditiva em crianças com fissuras palatinas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Ricardo Neves Godinho
local.contributor.advisor1Cassio da Cunha Ibiapina
local.description.resumoAs fissuras labiopalatinas (FLP) ou fissuras palatinas (FP) são malformações congênitas, nas quais as duas metades laterais do palato não se fundem adequadamente, ocorrendo durante o desenvolvimento embrionário entre a quarta e a 12ª semana de gestação. Entre as malformações que atingem a face do ser humano, as FLPs são comuns e ocorrem com prevalência média entre um e dois indivíduos para cada 1.000 nascimentos. No Brasil, essa incidência oscila em torno de 1:650, o que se aproxima dos dados epidemiológicos em populações brancas de europeus e americanos que variam, respectivamente, entre 1:500 e 1:768 nascimentos.
local.publisher.initialsUFMG

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