Arquiteturas políticas da terra: sobre (re)produção e rupturas na ordem do espaço urbano

dc.creatorNatália Lelis
dc.date.accessioned2019-08-13T05:49:47Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:49:18Z
dc.date.available2019-08-13T05:49:47Z
dc.date.issued2018-08-22
dc.description.abstractThe order of Brazilian space has been produced and reproduced despite of the contradictions, conflicts, fissures, changes. From the Land Law of 1850, that marks the creation of the land base of the modern Brazilian project, to the Law n. 13,465 of 2017, which seeks at the same time to strengthen and update this base, the production and reproduction of the urban space are carried out according to a planning logic which we call the architecture of the police. On the other hand, the development of struggles and urban social movements, the intense critical urban academic debate, the metamorphoses of capitalism, urban social achievements on the global stage, the development of critical urban planning, the tendency towards greater formalization of social and expansion of popular participation channels, popular pressures, technical activism, technological development, all these factors contributed to the fact that Brazilian modern urban history was not linear, totally predictable or lacking in significant changes. Political architectures are been realized, defining small universes of production, of creation, in the processes of reproduction of space. In this sense, emancipation in planning is defined in its overflow as urban praxis and as a double emancipation, its specialized agents and other social agents. Autonomy produces political experience of space by contesting the space reproduction logics that certain word-thing and sense-experience identifications produce, as well as the meanings that the same word or expression can have in one world and another world, Law and the law, the plan and the Plan, politics and politics, participation and participation, or the social function and social function of property. Based on a reflection on (re) production of Brazilian space in general, we seek to discuss the structuring and reproduction of planning in particular, aiming to contribute to the debate about the possibilities of a critical redefinition and a political action, under the conditions of space reproduction.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/EQVA-BBWLBN
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPlanejamento urbano  Brasil
dc.subjectPolíticas públicas 
dc.subjectDireito urbano Brasil
dc.subject.otherLegislação urbanística
dc.subject.otherPlanejamento
dc.subject.otherUrbanização brasileira
dc.subject.otherRepresentações sociais
dc.subject.otherPolítica
dc.titleArquiteturas políticas da terra: sobre (re)produção e rupturas na ordem do espaço urbano
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Geraldo Magela Costa
local.contributor.referee1Rita de Cassia Lucena Velloso
local.contributor.referee1Orlando Alves dos Santos Junior
local.contributor.referee1Daniel Gaio
local.contributor.referee1Roberto Luís de Melo Monte-mór
local.contributor.referee1Fernanda Ester Sanchez Garcia
local.description.resumoA ordem do espaço brasileiro se produziu e se reproduz não obstante as contradições, os conflitos, as fissuras, as mudanças. Da Lei de Terras de 1850, que marca a criação da base fundiária do projeto moderno brasileiro, à Lei n. 13.465 de 2017, que busca ao mesmo tempo reforçar e atualizar essa base, a produção e a reprodução do espaço urbano se realizam segundo uma lógica de ordenamento à qual chamamos arquitetura da polícia. Por outro lado, o desenvolvimento das lutas e dos movimentos sociais urbanos, o intenso debate crítico urbano acadêmico, as metamorfoses do capitalismo, as conquistas sociais urbanas no cenário global, o desenvolvimento do planejamento urbano crítico, a tendência à maior formalização das relações sociais e espaciais, a ampliação dos canais de participação popular, as pressões populares, o ativismo técnico, o desenvolvimento tecnológico, todos esses fatores contribuíram para que a história moderna urbana brasileira não fosse linear, totalmente previsível ou ausente de mudanças significativas. Arquiteturas políticas se realizam, definindo pequenos universos de produção, de criação, nos processos de reprodução do espaço. Nesse sentido, a emancipação no / do planejamento se define no seu transbordamento como práxis urbana e como dupla emancipação, dos seus agentes especializados e dos demais agentes sociais. A autonomia produz experiência política do espaço colocando em litígio as lógicas de reprodução do espaço que certas identificações palavra-coisa e experiência-sentido produzem, e também os sentidos que a mesma palavra ou expressão podem ter em um mundo e outro mundo, o Direito e o direito, o plano e o Plano, política e a política, a participação e a participação, ou a função social e a função social da propriedade. A partir de uma reflexão sobre a (re)produção do espaço brasileiro em geral, buscamos discutir a estruturação e a reprodução do planejamento em particular, visando contribuir no debate sobre as possibilidades de uma redefinição crítica e de uma atuação política, no âmbito das condições atuais de reprodução do espaço.
local.publisher.initialsUFMG

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