“Tem outro jeito de fazer, moço!”: apropriação de práticas de numeramento escolares por estudantes de Licenciatura em Matemática da Uneb – Caetité

dc.creatorGildelson Felicio de Jesus
dc.date.accessioned2021-09-15T14:22:47Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:07:39Z
dc.date.available2021-09-15T14:22:47Z
dc.date.issued2021-05-27
dc.description.abstractIn this investigation, we analyze ways of appropriating school Analytical Geometry numeracy practices enacted by students in the Mathematics Teaching Degree at Uneb, Campus VI, city of Caetité-Bahia-Brazil, grounded on their student experiences on K-12 and/or higher education. As part of the research program developed by the UFMG Study Group on Numeracy - GEN, we consider numeracy practices as discursive practices of a certain cultural group. These are configured in the ways of producing, circulating, transmitting, using, and evaluating positions demanded in interlocutive games that involve ideas, representations and procedures we recognize as mathematical, marked by intentions and values that shape the culture of this group. The research has a qualitative approach. The empirical data was collected in two phases: (1) application of a questionnaire to profile the undergraduates of the Mathematics Teaching Degree at Uneb-Caetité and to obtain a wide range of information on their relationship with school mathematics, mainly Analytical Geometry; and (2) focus groups with these students discussing of and about Analytical Geometry, in which the undergraduates assumed discursive positions that conform and express their efforts of meaning, establishing the appropriation of numeracy practices. In our analysis, we focused on events identified in one session of a focus group, in which undergraduates solved Analytical Geometry questions created by students from another focus group. This analysis is based on the characterization of the elements that make up the mathematical discourse (vocabulary, visual mediators, routines and narratives) developed by Anna Sfard. We were not interested in evaluating mistakes and successes when reflecting on decisions and positions on the routines, visual mediators and vocabulary, chosen by students to produce their narratives to solve the problems in the list of exercises. By weaving an understanding of ways of appropriating numeracy practices as processes of a discursive nature, we wanted to contribute to the recognition, acceptance, elaboration, and development of answers to the demands and the contributions of these subjects, whose teacher training we have the opportunity and responsibility to participate.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38032
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectUniversidade do Estado da Bahia - Licenciatura
dc.subjectEducação
dc.subjectProfessores de matemática - Formação
dc.subjectGeometria analítica - Estudo e ensino
dc.subjectMatemática - Licenciatura
dc.subjectEstudantes universitários - Análise do discurso
dc.subjectBahia - Educação
dc.subjectBahia - Ensino superior
dc.subjectCaetité (BA) - Educação
dc.subject.otherLicenciandos (as) em Matemática
dc.subject.otherApropriação de práticas de numeramento escolares
dc.subject.otherPráticas discursivas
dc.subject.otherDiscurso matemático
dc.subject.otherEnsino e aprendizagem de Geometria Analítica
dc.title“Tem outro jeito de fazer, moço!”: apropriação de práticas de numeramento escolares por estudantes de Licenciatura em Matemática da Uneb – Caetité
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Maria da Conceição Ferreira Reis Fonseca
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2605895454297792
local.contributor.referee1Maria Cristina Costa Ferreira
local.contributor.referee1Celi Aparecida Espasandin Lopes
local.contributor.referee1Airton Carrião Machado
local.contributor.referee1Robson Aldrin Lima Mattos
local.contributor.referee1Márcio Oliveira D’Esquivel
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4710803101874659
local.description.resumoNesta investigação, analisamos modos de apropriação de práticas de numeramento escolares voltadas para o domínio da Geometria Analítica, protagonizadas por estudantes do curso de Licenciatura em Matemática da Uneb, Campus VI, cidade de Caetité- Bahia, Brasil, referenciando-se em suas vivências discentes na Educação Básica e/ou no Ensino Superior. Integrando o programa de pesquisa desenvolvido pelo Grupo de Estudos sobre Numeramento – GEN da UFMG, consideramos as práticas de numeramento como práticas discursivas de um certo grupo cultural, que se configuram nos modos de produzir, circular, transmitir, usar e avaliar posicionamentos demandados em jogos interlocutivos que envolvem ideias, representações e procedimentos que reconhecemos como matemáticos, marcados por intenções e valores que conformam a cultura desse grupo. A pesquisa tem uma abordagem qualitativa e os procedimentos para a produção de material empírico foram empreendidos em duas etapas: (1) aplicação de um questionário para traçar o perfil dos/as estudantes do curso de Licenciatura em Matemática da Uneb de Caetité e obter um conjunto amplo de informações sobre a relação desses/as estudantes com a matemática escolar e, em especial, com a Geometria Analítica; e (2) realização de encontros com grupos focais, reunindo estudantes do referido curso, nos quais, motivados por discussões sobre e de Geometria Analítica, licenciandos/as assumiriam posicionamentos discursivos que conformam e expressam seus esforços de significação em que se constitui a apropriação das práticas de numeramento. Em nossa análise, focalizamos eventos identificados em uma das sessões de um dos grupos focais, na qual os/as licenciandos resolvem questões de Geometria Analítica elaboradas por estudantes de outro grupo focal. Estruturam essa análise a caracterização dos elementos que compõem o discurso matemático (vocabulário, mediadores visuais, rotinas e narrativas) desenvolvida por Anna Sfard. Na reflexão sobre as decisões e os posicionamentos quanto às rotinas, aos mediadores visuais e ao vocabulário, eleitos pelos/as estudantes para produzirem suas narrativas na solução dos problemas propostos na lista de exercícios, não nos interessa avaliar erros e acertos, mas, tecendo uma compreensão dos modos de apropriação de práticas de numeramento como processos de natureza discursiva, contribuir para o reconhecimento, a acolhida, a elaboração e o desenvolvimento de respostas às demandas e às contribuições desses sujeitos, de cuja formação docente temos a oportunidade e a responsabilidade de participar.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - Conhecimento e Inclusão Social

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