Aspectos morfológicos e histoquímicos das glândulas submucosas duodenais (de Brunner) em pacientes normais, com úlcera cloridro-péptica duodenal e carcinoma gâstrico

dc.creatorJosé Maria Porcaro Salles
dc.date.accessioned2019-08-11T04:30:27Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:53:13Z
dc.date.available2019-08-11T04:30:27Z
dc.date.issued1977-03-12
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-APGMF7
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectÚlcera péptica
dc.subjectDuodeno Úlceras
dc.subjectGastroenterologia
dc.subjectÚlcera duodenal
dc.subject.otherCiências Aplicadas à Cirurgia e à Oftalmologia
dc.titleAspectos morfológicos e histoquímicos das glândulas submucosas duodenais (de Brunner) em pacientes normais, com úlcera cloridro-péptica duodenal e carcinoma gâstrico
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Alcino Lazaro da Silva
local.contributor.referee1Joaquim Romeu Cancado
local.description.resumoA primeira citação a respeito da Glândulas de Brunner (G.B) foi feita por Wepfer, em 1679, em necrópsia de adulto feminino, quando observou que estas glândulas, maceradas em água, forneciam grande quantidade de muco até 8(oito) dias após a morte do paciente (9,30,46,47,48). Em 1688, Brunner publicou seu primeiro trabalho sobre estas glândulas, observando-as no homem, cavalo, boi, carneiro, castor e cão, e denominado-as glândulas duodenais ou pâncreas secundário(7). Milddeldorf(69), em 1846, observou que estas glândulas são encontradas somente nos mamíferos, e que são mais abundantes nos herbívoros do que nos carnívoros. Observou também que a sua secreção difere da do suco pancreático, e sugeriu o nome de Glândula de Brunner (G.B.). O uso consagrou, mas apesar disto, o termo glândulas duodenais ainda é empregado, tendo a desvantagem de poder ser interpretado como significando todas as outras glândulas contidas no duodeno.
local.publisher.initialsUFMG

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