Prevalência de transtornos mentais entre estudantes de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais

dc.creatorMarco Tulio de Aquino
dc.date.accessioned2019-08-09T12:37:28Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:11:36Z
dc.date.available2019-08-09T12:37:28Z
dc.date.issued2012-06-01
dc.description.abstractPREVALENCE OF MENTAL DISORDERS AMONG STUDENTS OF MEDICINE OF THE UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Introduction: Studies have identified several sources of stress in the activities involved in the medical school as potential risk factors for the developing of mental illness. The medical school provides a number of stressors that are perceived in an individual, subjective and time related way, depending on the cultural heritage, emotional and socio-economic status, which determines the resilience and choices of students. Although all medical students are exposed to the same anxiogenic situations, some seem to deal with such situations in a healthier way, while others show signs of emotional difficulties. The most important etiological factors of psychiatric disorders among medical students and doctors are the family psychiatric history, life experience and personality, when compared with the "occupational hazards of being a doctor." Their effects are experiment indirectly in the loss of social support wheels or the beginning of a "symptom complex" in susceptible or vulnerable individuals. The levels of emotional distress in medical students and young doctors seem to be increasing in our country and there are few publications and reports of implementation of preventive or intervention programs during training and medical practice. The data in the literature suggest a high frequency of mental disorders among medical students and point to a growth of psychological morbidity during medical school (Guthrie et al 4., 1995, Carson et al.5, 2000), associated with exposure of students to various sources of stress in the activities involved in medical training, which would provide potential risk factors for developing mental disorders. Objective: To investigate the prevalence of mental disorders among medical students, conducting a study in this population sample. Study Design: Observational descriptive. Material and Methods: One hundred and six students of Medicine, of Universidade Federal de Minas Gerais, randomly selected, submitted structured interviews with application of the Mini International Neuropsychiatric Interview, version plus (MINI - plus) for the diagnosis of mental disorders. Results: Eighty-nine students (83.96%) had at least one diagnosis at the time of interview. Disorders related to abuse or dependence on alcohol or other psychoactive substances (47.14%), anxiety disorders (43.38%), mood disorders (33.01%) and others (27.33%) were identified. Eighteen students (16.98%) had had depressive episodes in the past and 46.22% were diagnosed with abuse or dependence of psychoactive drugs lifelong. Conclusions: The study showed a high frequency of mental disorders in our sample in comparison to inventories of the International Consortium in Psychiatric Epidemiology (ICPE). These results are valid only for the population studied and can not be generalized.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-93EL9J
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTranstornos mentais/epidemiologia
dc.subjectAmostragem
dc.subjectEducação médica
dc.subjectUniversidades
dc.subjectFatores socioeconômicos
dc.subjectFatores de risco
dc.subjectEstudos observacionais
dc.subjectEscolha da profissão
dc.subjectAdulto jovem
dc.subjectBrasil
dc.subjectEstudantes de medicina
dc.subjectRazão de chances
dc.subjectFadiga mental
dc.subjectAdaptação psicológica
dc.subjectResiliência psicológica
dc.subjectEstresse psicológico
dc.subjectEstudantes de medicina/psicologia
dc.subject.other4 MINI
dc.subject.other6 Educação médica
dc.subject.other3 Medicina
dc.subject.other1 Transtornos mentais
dc.subject.other5 Estudantes de medicina
dc.subject.other2 Estudantes universitários
dc.titlePrevalência de transtornos mentais entre estudantes de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Marco Antonio Duarte
local.contributor.advisor1Roberto Assis Ferreira
local.contributor.referee1Maria Monica Freitas Ribeiro
local.contributor.referee1Joao Gabriel Marques Fonseca
local.description.resumoPREVALÊNCIA DE TRANSTORNOS MENTAIS ENTRE ESTUDANTES DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Introdução: Estudos identificam várias fontes de estresse nas atividades envolvidas no curso médico como potenciais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças mentais. O curso de medicina propicia uma série de estressores que são percebidos de forma individual, subjetiva e temporal, dependendo do patrimônio cultural, emocional e sócio-econômico, que determina a resiliência e escolhas dos alunos. Embora todos os estudantes de Medicina estejam expostos às mesmas situações ansiogênicas, alguns parecem lidar com tais situações de forma mais saudável, enquanto outros exibem sinais de dificuldades emocionais. Os fatores etiológicos mais importantes das doenças psiquiátricas entre estudantes de medicina e médicos são: o histórico psiquiátrico da família, a experiência de vida e a personalidade, quando comparados com os danos ocupacionais dos médicos. Os efeitos destes últimos são experienciados indiretamente na perda de rodas sociais de apoio ou na precipitação de um complexo de sintomas em indivíduos susceptíveis ou vulneráveis. Os níveis de perturbações emocionais em estudantes de medicina e médicos jovens parecem estar aumentando e em nosso meio ainda são poucas as publicações e relatórios de implementação de medidas preventivas ou programas de intervenção durante o treinamento e prática médica. Os dados encontrados na literatura sugerem elevada frequência de transtornos mentais entre estudantes de Medicina e apontam para um crescimento da morbidade psicológica, durante o curso médico (Guthrie et al 4., 1995; Carson et al.5, 2000), associado à exposição dos estudantes a várias fontes de estresse nas atividades envolvidas na formação médica, que se constituiriam em potenciais fatores de risco para o desenvolvimento de transtornos mentais. Objetivo: Investigar a prevalência de transtornos mentais entre estudantes de Medicina, realizando estudo em amostra desta população. Desenho do estudo: Observacional descritivo. Material e métodos: Cento e seis estudantes de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, escolhidos aleatoriamente, foram submetidos a entrevistas estruturadas com aplicação do Mini International Neuropsychiatric Interview, versão plus (MINI-plus) para o diagnóstico de transtornos mentais. Resultados: Oitenta e nove alunos (83,96%) apresentaram pelo menos um diagnóstico no momento da entrevista. Foram identificados transtornos relacionados ao abuso ou dependência de álcool ou outras substâncias psicoativas (47,14%), transtornos de ansiedade (43,38%), transtorno do humor (33,01%) e outros diagnósticos (27,33%). Dezoito alunos (16,98%) haviam apresentado episódio depressivo no passado e 46,22% apresentaram diagnóstico de abuso ou dependência de substância psicoativa ao longo da vida. Conclusões: O estudo demonstrou uma alta frequência de transtornos mentais na amostra estudada em comparação aos inventários do International Consortium in Psychiatric Epidemiology (ICPE). Estes resultados são válidos apenas para a população estudada e não podem ser generalizados.
local.publisher.initialsUFMG

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