O que diz a literatura sobre o plano de parto frente as boas práticas no parto e nascimento

dc.creatorMaria Jurema Bandeira Pontes
dc.date.accessioned2020-06-26T15:26:38Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:33:51Z
dc.date.available2020-06-26T15:26:38Z
dc.date.issued2016-04-14
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/33683
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherEnfermagem obstétrica
dc.subject.otherParto humanizado
dc.subject.otherTomada de decisões
dc.subject.otherPré-natal
dc.titleO que diz a literatura sobre o plano de parto frente as boas práticas no parto e nascimento
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Virgínia Leismann Moretto
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3168278018636298
local.description.resumoA Rede Cegonha é uma política do Ministério da Saúde do Brasil, implantada em 2011, com objetivo de promover assistência humanizada às mulheres e suas proles como estratégia de boas práticas durante o processo de parto e nascimento. Este estudo buscou verificar o que diz a literatura sobre Plano de Parto e seus objetivos, descrever e discutir as publicações encontradas para o desenvolvimento de uma proposta de inserção de plano de parto na atenção pré-natal e reconhecimento nas maternidades que este for apresentado. O método utilizado foi uma revisão integrativa (RI), pois esta medodologia permite agrupar os resultados obtidos de pesquisas primárias sobre o tema, sintetizar e analisar os dados e desenvolver uma explicação, contribuindo para o conhecimento e socialização do tema. Como resultado da RI foi possível constatar que o Plano de Parto contribui para o empoderamento da gestante no processo gravidico puerperal, porém não é respeitado pelos profissionais de saúde no momento do parto e nascimento. A maioria das instituições descritas nos cinco artigos da RI proporcionam à gestante alguns aspectos de uma atenção humanizada. Porém, essas ações de humanização não estão relacionadas à vontade da gestante, como seu planejamento para o parto e sim como ações já existentes e oferecidas à parturiente como rotina e protocolos institucionais. Sendo assim, o estudo recomenda a necessidade de implantação de políticas de saúde que facilitem e colaborem na implementação e execução do Plano de Parto durante o pré-natal e na atenção ao parto, como forma de garantir o respeito à gestante. Portanto, é proposto o desenvolvimento de capacitações para os profissionais de saúde que e prestam assistência ao parto no município de Rio Grande/RS para discutir as “Boas práticas” e a construção de Planos de Parto na rede de atenção.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Enfermagem Obstétrica - Rede Cegonha

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