Fotobiomodulação na síndrome de stevens-johnson no câncer de mama metastático: relato de caso

dc.creatorMarcela Ponziopinto e Silva
dc.creatorMariana Maia de Oliveira Sunemi
dc.creatorJuliana Lenzi
dc.creatorMaria Teresa Pace do Amaral
dc.creatorMariana Almada Bassani
dc.date.accessioned2025-04-03T19:33:52Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:06:00Z
dc.date.available2025-04-03T19:33:52Z
dc.date.issued2023-08-10
dc.description.abstractStevens-Johnson syndrome is a rare but potentially fatal condition, which requires early diagnosis and treatment to ensure good prognosis. Due to the complexity of the syndrome and the lack of a standard wound care treatment, the use of photobiomodulation has been discussed. Case report: A 30-year-old woman with metastatic breast cancer and Stevens-Johnson and Li-Fraumeni Like syndromes using photobiomodulation as an adjuvant strategy in the treatment of pain and skin wounds. The erythematous cutaneous lesions involved almost the entire body surface with painful, scaly, crusted and bullous lesions with bleeding spots in the posterior region of both ears lobes and in the occipital region which made it difficult to accommodate the patient in lateral decubitus and in semi-recumbent position. Two photobiomodulation applications (red, with a wavelength of 660 nm) were performed, where lesions in the occipital region and ears were treated with a dose of 2 Joules per point and 4 Joules in the scapular region for pain relief (infrared, with a wavelength of 808 nm), followed by mobilization and myofascial release in the scapular region. In 48 hours, the cutaneous lesions reduced, and the pain improved, which facilitated the adequate and painless positioning in bed. After 15 physiotherapy sessions, the patient was discharged. Conclusion: Photobiomodulation has been shown to be effective in the complementary treatment of the acute phase of Stevens-Johnson Syndrome regarding tissue regeneration and analgesia.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.32635/2176-9745.RBC.2023v69n3.4148
dc.identifier.issn2176-9745
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/81283
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Cancerologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTerapia com luz de baixa intensidade
dc.subjectNeoplasias da mama
dc.subjectFisioterapia
dc.subject.otherSíndrome de Stevens-Johnson
dc.subject.otherTerapia com luz de baixa intensidade
dc.subject.otherNeoplasias da mama
dc.subject.otherFisioterapia
dc.titleFotobiomodulação na síndrome de stevens-johnson no câncer de mama metastático: relato de caso
dc.title.alternativePhotobiomodulation in Stevens-Johnson syndrome in a metastatic breast cancer: case report
dc.title.alternativeLa fotobiomodulación en el síndrome de Stevens-Johnson en el cáncer de mama metastásico: informe de caso
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage5
local.citation.issue3
local.citation.spage1
local.citation.volume69
local.description.resumoA síndrome de Stevens-Johnson é uma condição rara e potencialmente fatal que requer diagnóstico precoce e tratamento adequado para garantir bom prognóstico. Em virtude da complexidade da síndrome e da falta de tratamento padrão para as feridas, o uso da fotobiomodulação tem sido discutido. Relato do caso: Mulher, 30 anos, com câncer de mama metastático, portadora das síndromes de Stevens-Johnson e de Li-Fraumeni Like, em uso da fotobiomodulação como estratégia adjuvante no tratamento da dor e das feridas na pele. As feridas cutâneas eritematosas envolveram quase toda a superfície corpórea, com lesões escamosas, crostosas e bolhosas, dolorosas, com pontos hemorrágicos em região posterior de ambos os lóbulos das orelhas e na região occipital, dificultando a acomodação da paciente em decúbito lateral e em posição semirreclinada. Foram realizadas duas aplicações da fotobiomodulação (vermelho, com comprimento de onda de 660 nm) nas regiões occipital e de orelhas, com dose de 2 Joules por ponto; e 4 Joules em região escapular para analgesia (infravermelho, com comprimento de onda de 808 nm). Ambas as aplicações foram seguidas de mobilização e liberação miofascial na região escapular. Em 48 horas, houve regressão das lesões cutâneas e melhora da dor, facilitando posicionamento adequado e indolor no leito. Após 15 sessões de fisioterapia, a paciente recebeu alta hospitalar. Conclusão: O uso da fotobiomodulação se mostrou eficaz para o tratamento complementar da fase aguda da síndrome de Stevens-Johnson no que diz respeito à regeneração tecidual e analgesia.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0602-0910
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6910-9387
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9454-0440
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2563-5822
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0009-1516-3017
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEF - DEPARTAMENTO DE FISIOTERAPIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/4148

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Fotobiomodulação na síndrome de Stevens-Johnson no câncer de mama metastático-relato de caso.pdf
Tamanho:
169.35 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
License.txt
Tamanho:
1.99 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: