Zona de amortecimento do Parque Estadual do Rio Doce, Minas Gerais, Brasil: passado, presente e futuro

dc.creatorBrayan Ricardo de Oliveira
dc.date.accessioned2019-08-13T06:12:56Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:32:56Z
dc.date.available2019-08-13T06:12:56Z
dc.date.issued2019-01-25
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-BCSQJU
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEcologia
dc.subjectSolo Uso Aspectos ambientais
dc.subject.otherCorredores ecológicos
dc.subject.otherCenários futuros
dc.subject.otherUsos da terra
dc.subject.otherParque Estadual do Rio Doce
dc.subject.otherEcologia da paisagem
dc.titleZona de amortecimento do Parque Estadual do Rio Doce, Minas Gerais, Brasil: passado, presente e futuro
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Sonia Maria Carvalho Ribeiro
local.contributor.advisor1Paulina Maria Maia Barbosa
local.description.resumoO ambiente é dinâmico e muda com o tempo. Assim, é necessário entender a importância das paisagens que compõem o ambiente para uma visão mais ampla do tempo e do espaço, de modo que se entenda que cada parte do território tem respostas diferentes para as mudanças ambientais e dos usos da terra. Este estudo utilizou uma abordagem multiescala em um dos hotspots de biodiversidade do Brasil, o Parque Estadual do Rio Doce (PERD), localizado em Minas Gerais. Uma região que sofre grande pressão antrópica, com destaque ao Desastre de Mariana, no Rio Doce, que é limítrofe à Unidade de Conservação. Foi analisada a evolução dos usos da terra dos últimos 30 anos (1985-2015) em escala regional para os municípios e em escala local, com maior refinamento, para a zona de amortecimento do PERD, seguida de elaboração de cenário futuro para os próximos 15 anos (2030), além de propostas de técnicas de manejo e corredores ecológicos para o momento presente. A fim de abranger uma maior gama de informações e envolvimento da comunidade que vive no entorno do Parque, foram realizados workshops envolvendo a população, gestores ambientais e empresas atuantes na região, bem como o próprio PERD. Com isso em mente, buscou-se gerar um maior envolvimento entre todas as categorias, mostrando como poderia ser no futuro em contraposição às interações e diálogos, com a elaboração de um planejamento de propostas, para que todos os envolvidos possam ajudar a delinear direções ambientais para um futuro positivo
local.publisher.initialsUFMG

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