Tratamento de fístulas retovaginais complexas: experiência de um serviço de coloproctologia terciário no Brasil

dc.creatorGabriela Macielcordeiro
dc.creatorRenato Gomes Campanati
dc.creatorLívia Cardoso Reis
dc.creatorKelly Cristine de Lacerda Rodrigues Buzatti
dc.creatorMagda Maria Profeta da Luz
dc.creatorBeatriz Deoti e Silva Rodrigues
dc.creatorRodrigo Gomes da Silva
dc.date.accessioned2023-05-03T21:29:30Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:47:51Z
dc.date.available2023-05-03T21:29:30Z
dc.date.issued2018
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1016/j.jcol.2018.08.350
dc.identifier.issn22379363
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/52784
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofJournal of Coloproctology
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFístula Retovaginal
dc.subjectHospitais
dc.subjectGinecologia
dc.subject.otherFístula Retovaginal
dc.subject.otherHospitais
dc.subject.otherGinecologia
dc.titleTratamento de fístulas retovaginais complexas: experiência de um serviço de coloproctologia terciário no Brasil
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage164
local.citation.spage164
local.citation.volume38
local.description.resumoObjetivos: Analisar a experiencia do HC/UFMG no trata mento de fístulas retovaginais. Métodos: Revisão de literatura acerca do tratamento de fístula retovaginal e análise retrospectiva de dados referentes aos casos realizados em um hospital terciário no Brasil no período de 2005 a 2017. Resultados: A análise dos dados, foi realizada de forma analítica e descritiva. O número total de participantes incluídos no estudo foi 43. A média de idade foi 50,07 anos. De acordo com a etiologia, observou um predomínio das actínicas (33%), seguido de pós-cirúrgicas (17%), doenças inflamatórias intestinais e diverticulite. Em relação às abordagens realizadas, 24 pacientes (55,81%) necessitaram da confecção de um estoma (seja temporário ou definitivo) associado ou não à correção primária da fístula. Dos pacientes submetidos a tratamento específico, 38,1% pacientes necessitaram de mais de uma abordagem cirúrgica. A média de abordagens para tratamento de fístula foi de 3,6 e na maioria dos casos, sem resolução completa da fístula. A taxa de sucesso global nas pacientes que receberam algum tratamento específico da fístula retovaginal foi de 42,85%. Dentre os pacientes submetidos a abordagem via abdominal, seja por meio de retalhos de peritônio ou omento, associados ou não â ressecção intestinal, a taxa de sucesso foi 45,45%. Naqueles que receberam retalho de Martius, taxa de sucesso foi de 40% e entre os reparos endorretais, o sucesso foi de 33,33%. Conclusão: A fístula retovaginal é uma condição de tratamento desafiador para cirurgiões colorretais e ginecologistas. Sendo assim, é fundamental que o cirurgião tenha conhecimento sobre as inúmeras técnicas disponíveis para o reparo, e que ele e o paciente estejam preparados para possíveis falhas de tratamento e a necessidade de outras intervenções cirúrgicas. As evidências disponíveis para adequada indicação das abordagens cirúrgicas são limitadas, consistindo principalmente em séries de casos. A escolha da técnica cirúrgica apropriada para o reparo deve ser realizada após consideração da etiologia, complexidade e localização da fístula ao longo do septo retovaginal bem como a presença de defeito concomitante do esfíncter anal externo e integridade dos tecidos locais. Além disso, deve ser dada uma consideração adicional aos resultados de estudos que sugerem que as taxas de falha aumentam drasticamente após múltiplos procedimentos falhado.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5970-9570
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CIRURGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2237936318304611?via%3Dihub

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