Engajamento social no bebê de 4-5 meses em um diálogo com falantes familiares e estrangeiros: em direção a uma abordagem integrativa

dc.creatorRubia Burgardt Infanti
dc.date.accessioned2019-08-13T13:05:03Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:16:38Z
dc.date.available2019-08-13T13:05:03Z
dc.date.issued2017-10-13
dc.description.abstractThe main objective of this thesis is to find out whether, beyond linguistic and social preferences for their native language and its users, infants younger than 6 months become involved with the rhythms and dialogical opportunities of speech. We chose to study the communicative behavior of infants aged 4 to 5 months because this constitutes a pivotal period for the integration of communicative competence. On the one hand, turn-taking is still a predominant type of organization in social interaction, and on the other hand, infants at this age are still more interested in social partners than in solitary object exploration. Furthermore, this period is usually thought to precede enculturation or the possibility of cultural learning. Yet, by 5 months, infants behave differently with a native language speaker than with a foreign language speaker and with a familiar person than with a stranger. This thesis includes 3 studies aimed at gaining insight into the social engagement of infants in situations of real and potential communication with social partners. The first study focuses on differences in vocal turn-taking organization between Brazilian and French cultural contexts. The second studys aim is to shed light on the various expressive modalities infants use responsively in both cultural contexts during pauses between maternal utterances. In the third study, which is experimental, we wanted to know whether a French infant would have different expectations when faced with a French-speaking interlocutor compared with an interlocutor speaking a foreign language (Brazilian in this case). Overall, this thesis also makes a case for a more integrative approach to the study of infant communication, away from a dualist vision separating the body from thought, familarity from novelty and innate from learned behavior and moving towards a more hollistic perspective on humans beings.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-B46G7N
dc.languageFrancês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAjustamento social
dc.subjectDesenvolvimento da linguagem
dc.subjectRelações mãe-filho
dc.subjectComunicação
dc.subjectMedicina
dc.subject.otherAbordagem Integrativa
dc.subject.otherTroca de Turno
dc.subject.otherEngajamento Social
dc.subject.otherComunicação Bebê-Adulto
dc.subject.otherDiálogo
dc.titleEngajamento social no bebê de 4-5 meses em um diálogo com falantes familiares e estrangeiros: em direção a uma abordagem integrativa
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Bahia Guellaï
local.contributor.advisor-co1Bahia Guellai
local.contributor.advisor1Maya Gratier
local.contributor.referee1Thais Cristofaro Alves da Silva
local.contributor.referee1Erika Maria Parlato-oliveira
local.contributor.referee1Sirley Alves da Silva Carvalho
local.contributor.referee1Michèle Guidetti
local.contributor.referee1Papaligoura Zaira
local.description.resumoO objetivo desta tese é saber se, além de uma preferência linguística e social pela sua língua nativa e seus falantes, os bebês com menos de 6 meses de idade estão envolvidos nos ritmos dialógicos e nas oportunidades linguísticas. Escolhemos estudar o comportamento comunicativo do bebê de 4 a 5 meses pois esta idade representa um período crucial para a integração da competência comunicativa. Por um lado, a « troca de turno » ainda é uma forma predominante de interação comunicativa e, por outro lado, os bebês desta idade ainda são principalmente orientados aos falantes sociais, e não exclusivamente aos objetos. Este período é muitas vezes considerado como o período que precede a aculturação ou a aprendizagem cultural. No entanto, o bebê de 5 meses, se comporta de forma diferente na presença de um falante nativo e de um estrangeiro e um interlocutor desconhecido e familiar. Esta tese inclui 3 estudos destinados a uma melhor compreensão do engajamento social da criança em situações de comunicação real e habitual e de uma comunicação potencial. O primeiro estudo aborda as diferenças na organização da « troca de turno » vocal. O segundo estudo pretende destacar as diferentes modalidades que o bebê pode usar na « troca de turno », durante as pausas entre as falas maternas. No terceiro estudo, o único estudo experimental, investigamos se um bebê francês teria expectativas diferentes quando confrontado a um interlocutor falando francês comparado a um interlocutor que fala uma língua estrangeira (neste caso a brasileira). No geral, esta tese também é um apelo a uma abordagem integrativa da comunicação em bebês, afastando-se de uma visão dualista na qual o corpo está separado do pensamento, o familiar do novo e o inato do adquirido, para uma visão mais holística do ser humano.
local.publisher.initialsUFMG

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