Povos indígenas, comunidades tradicionais e meio ambiente: a "questão territorial" e o Novo Desenvolvimentismo no Brasil

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Resumo

Este trabalho analisa as consequências da "nova era do desenvolvimentismo" introduzida pelo governo brasileiro de centro-esquerda (2003-2016) nos povos indígenas e comunidades tradicionais. Destaca-se que a re-primatização da economia, ainda que no contexto da redemocratização e governança ambiental, levou ao aumento dos conflitos fundiários e reforçou o papel subalterno do Brasil na divisão global do trabalho. Chama-se a atenção para visões eurocêntricos sobre o desenvolvimento permeiam não apenas posições conservadoras mas também estratégias progressistas que percebem as comunidades tradicionais como meros pobres rurais a serem integrados nos mercados de trabalho urbanos. Dada a luta desses grupos pela autonomia e pelas respostas políticas que ameaçam seus direitos constitucionais e a sociobiodiversidade brasileira, os autores desenvolvem uma complexa "questão territorial" entre os metabolismos territoriais urbanocapitalistas e não-urbanos que desafiam as visões de uma luta de classe unida.

Abstract

Assunto

Povos indígenas, Territorio, Desenvolvimento sustentável, Conflitos ambientais

Palavras-chave

conflitos ambientais

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https://xviiienanpur.anpur.org.br/anaisadmin/capapdf.php?reqid=1288

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