O direito ao corpo: liberdades e controles a partir dos ensinamentos da pastora Ana Paula Valadão

dc.creatorNina Gabriela Moreira Braga Rosas de Castro
dc.date.accessioned2021-07-22T12:01:58Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:10:48Z
dc.date.available2021-07-22T12:01:58Z
dc.date.issued2016-10
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2177-3092
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/36851
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEncontro Anual da ANPOCS
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEvangelismo
dc.subjectReligião Aspectos sociológicos
dc.subjectIgreja Batista da Lagoinha (Belo Horizonte, MG)
dc.subjectCorpo humano Aspectos sociais
dc.subject.otherDireito ao corpo
dc.subject.otherSexualidade
dc.subject.otherAna Paula Valadão
dc.subject.otherIgreja Batista da Lagoinha
dc.subject.otherDiscurso religioso
dc.subject.otherEvangélicos
dc.subject.otherMoralização
dc.titleO direito ao corpo: liberdades e controles a partir dos ensinamentos da pastora Ana Paula Valadão
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage21
local.citation.issue40
local.citation.spage1
local.description.resumoO corpo passou a ser objeto privilegiado da inserção dos evangélicos no jogo político, como se vê nos embates suscitados por pastores e/ou congressistas quanto à homossexualidade, ao aborto, ao consumo de drogas etc. Outra dimensão dessas controvérsias que merece destaque é a do discurso que é produzido dentro das congregações para orientar a vida dos fiéis. Focando nisto, o presente trabalho considera os ensinamentos dados pela pastora Ana Paula Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha. As prescrições observadas, tanto as inovadoras quanto as conservadoras, permitem problematizar a noção de direitos e o papel das instituições religiosas nas negociações sobre o uso do corpo. Reconhecendo parcialmente as conquistas feministas, Valadão aborda temas como: fantasias sexuais, orgasmo, controle da natalidade e agência da mulher na escolha do parceiro. Maior expressão da vaidade masculina também é tolerada. Contudo, essas liberdades se conjugam com dispositivos de sujeição e moralização do corpo. Há clara rejeição ao aborto, a certas vivências sexuais e às identidades de gênero não binárias, assim como se prescrevem regras de etiqueta e vestimenta femininas bem específicas e limitadoras.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4133-187X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE SOCIOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://anpocs.com/index.php/encontros/papers/40-encontro-anual-da-anpocs/st-10/st29-3

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