Diferenças de expectativas em auditoria no Brasil

dc.creatorFernando Rocha Pereira
dc.creatorRenata Turola Takamatsu
dc.date.accessioned2022-05-11T22:42:21Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:43:36Z
dc.date.available2022-05-11T22:42:21Z
dc.date.issued2020
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/41567
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofUSP International Conference in Accounting
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDiferenças de Expectativas em Auditoria
dc.subjectRelatório dos auditores
dc.subjectNovo Relatório dos Auditores
dc.titleDiferenças de expectativas em auditoria no Brasil
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue20
local.description.resumoO presente trabalho examinou a atual situação das diferenças de expectativas entre auditores e não-auditores em relação aos deveres da auditoria externa após a revisão das normas internacionais que culminaram na aplicação do Novo Relatório dos Auditores no Brasil no ano de 2017. Questionários aplicados em dois congressos nacionais e disponibilizados eletronicamente resultaram 185 respostas válidas para análises. O nível de exigência dos usuários da contabilidade em relação aos deveres dos auditores, captado pela proxy Índice de Expectativa (IE), foi calculado com base na metodologia desenvolvida por Porter (1993), que estruturou pela soma de três componentes, sendo: responsabilidades que a sociedade espera dos auditores e o que é razoável esperar pelos seus trabalhos; responsabilidades que a sociedade espera dos auditores e as responsabilidades determinadas por normas e leis; e desempenho que o auditor deveria atender de acordo com as normas e leis e o desempenho percebido pela sociedade. Testes de Mann-Whitney revelaram que recentes modificações no relatório dos auditores não foram capazes de expurgar as diferenças de expectativas em auditoria no contexto brasileiro, em face da persistência da expectativa inferior dos auditores comparado aos não-auditores. Detectou-se que o índice de expectativa dos não-auditores em relação aos deveres da auditoria externa foi estatisticamente superior ao índice de expectativa dos próprios auditores independentes. Nesse sentido, apesar da adoção da revisão das normas internacionais de auditoria, que culminaram na utilização de um novo formato de relatório de auditoria no ano de 2017, o índice de expectativas dos não-auditores (demais usuários) em relação aos deveres da auditoria externa persiste superior ao índice de expectativa dos auditores. Testes adicionais indicaram que não foram encontradas diferenças significativas do índice de expectativas entre gêneros e diferentes níveis de utilização do relatório de auditoria.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://congressousp.fipecafi.org/anais/20UspInternational/ArtigosDownload/2547.pdf

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