Da simulação computacional ao uso das representações visuais: desenvolvendo práticas epistêmicas em aulas de Química

dc.creatorEdyth Priscilla Campos Silva
dc.creatorFernando César Silva
dc.date.accessioned2024-08-08T15:06:30Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:32:24Z
dc.date.available2024-08-08T15:06:30Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractConsidering the construction of scientific knowledge from the proposition, communication and evaluation of ideas, we intended, in the context of a classroom, to investigate whether the use of visual representations, considering it as an epistemic practice,can be made possible through a computational simulation. The didactic sequence was applied to a 3rd year High School class at a public school in Minas Gerais. The data were generated from written records produced by students during the sequence, because epistemic practices areintertextual. Data analysis was performed using Textual Discourse Analysis, revealing that computer simulation, through an investigative approach proposed by the teacher, allowed the use of visual representations, in addition to other epistemic practices, such as elaborating hypothesis, building data, concluding, explaining and generalizing. The dynamics of the simulator favored students' contact with different visual representations, which may have allowed its use. The opportunity of this epistemic practice is important in the Chemistry Education, since the visual representations used in this science are components of the arguments mobilized in the defense of ideas. The planning of classes aiming at the opportunity of this practice, through a simulator, and the investigative approach of the teachercan contribute to the use of visual representations to arise as necessaryfrom the investigation process;hence it is considered as an epistemic practice, and not as an illustration complieswith a formalization of Chemistry.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.5902/1984644444488
dc.identifier.issn19846444
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/73456
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Educação
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação Básica
dc.subjectCapacidade de Aprendizagem
dc.subjectQuímica
dc.subjectCiências
dc.subject.otherEducação Básica
dc.subject.otherCapacidade de Aprendizagem
dc.subject.otherQuímica
dc.subject.otherCiências
dc.titleDa simulação computacional ao uso das representações visuais: desenvolvendo práticas epistêmicas em aulas de Química
dc.title.alternativeFrom Computational Simulation to the use of visual representations: developing epistemic practices in chemistryclasses
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.volume47
local.description.resumoConsiderando a construção do conhecimento científico a partir da proposição, comunicação e avaliação de ideias, buscou-se, no contexto de uma sala de aula, investigar se o uso de representações visuais, considerando-o como uma prática epistêmica, pode ser oportunizado por meio de uma simulação computacional. A sequência didática foi aplicada em uma turma de 3° ano do Ensino Médio de uma escola pública de Minas Gerais. Os dados foram gerados a partir dos registros escritos produzidos pelos estudantes durante a sequência, visto que as práticas epistêmicas também são intertextuais. A análise dos dados foi realizada por meio da Análise Textual Discursiva, revelando que a simulação computacional, por meio de uma abordagem investigativa proposta pelo professor, permitiu o uso das representações visuais, além de outras práticas epistêmicas, como elaborar hipótese, construir dados, concluir, explicar e generalizar. A dinamicidade do simulador favoreceu o contato dos estudantes com diferentes representações visuais, o que pode ter permitido o seu uso. A oportunização dessa prática epistêmica é importante no Ensino de Química, pois as representações visuais usadas nessa ciência são componentes dos argumentos mobilizados na defesa das ideias. O planejamento de aulas visando a oportunização dessa prática, por meio de um simulador, e a abordagem investigativa do professor podem contribuir para que o uso das representações visuais surja como necessário no processo de investigação, daí ser considerado como uma prática epistêmica, e não como uma ilustração para atender uma formalização da Química.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6678-8537
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6413-3334
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICX - DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufsm.br/reveducacao/article/view/44488

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