Um estudo de preposições em contexto de construções de verbo auxiliar
| dc.creator | Sueli Maria Coelho | |
| dc.date.accessioned | 2023-10-05T22:34:22Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:19:26Z | |
| dc.date.available | 2023-10-05T22:34:22Z | |
| dc.date.issued | 2021 | |
| dc.identifier.doi | https://doi.org/10.1590/1981-5794-e12953 | |
| dc.identifier.issn | 1981-5794 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/59212 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | ALFA: Revista de Linguística | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Modalidade | |
| dc.subject.other | Preposição | |
| dc.subject.other | Construção de verbo auxiliar de incidência indireta | |
| dc.subject.other | Aspecto verbal | |
| dc.subject.other | Tempo | |
| dc.subject.other | Modalidade | |
| dc.title | Um estudo de preposições em contexto de construções de verbo auxiliar | |
| dc.type | Artigo de periódico | |
| local.citation.epage | 32 | |
| local.citation.spage | 1 | |
| local.citation.volume | 65 | |
| local.description.resumo | Neste artigo, descrevemos e analisamos construções da língua portuguesa formadas por [verbo auxiliar + preposição + infinitivo], que são aqui abordadas num viés pancrônico, pautado numa concepção cognitivista e multissistêmica de língua(gem). Nosso objetivo maior consiste em explicar por que, em algumas dessas construções, a preposição tende a ser apagada, sobretudo em contextos de oralidade, sem que tal apagamento resulte em prejuízo para a boa formação da sentença, enquanto em outras o liame preposicional deve obrigatoriamente se interpor entre o verbo auxiliar e a forma nominal de infinitivo, sob pena de se comprometer a boa formação do composto. No entorno dessa questão maior, buscamos ainda descrever que tipo de preposição ocorre nessas construções, a correlação entre o tipo de preposição e a função gramatical (tempo, aspecto, modalidade) codificada pela construção, além de identificar fatores condicionantes da presença da preposição nesses contextos. Os resultados obtidos acusam que apenas as preposições A, DE, PARA e POR podem ocorrer nesses contextos e que elas são herdadas do contexto de reanálise da construção, majoritariamente ligado a um ambiente sintático de finalidade. A opcionalidade da preposição no contexto é restrita à preposição A e condicionada por uma imbricação de fatores de natureza fonológica, prosódica e semântica. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FALE - FACULDADE DE LETRAS | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | https://periodicos.fclar.unesp.br/alfa/article/view/12953 |