In vitro and preclinical antitumor evaluation of doxorubicin liposomes coated with a cholesterol-based trimeric β-D-glucopyranosyltriazole

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Resumo

The coating of liposomes with polyethyleneglycol (PEG) has been extensively discussed over the years as a strategy for enhancing the in vivo and in vitro stability of nanostructures, including doxorubicin-loaded liposomes. However, studies have shown some important disadvantages of the PEG molecule as a long-circulation agent, including the immunogenic role of PEG, which limits its clinical use in repeated doses. In this context, hydrophilic molecules as carbohydrates have been proposed as an alternative to coating liposomes. Thus, this work studied the cytotoxicity and preclinical antitumor activity of liposomes coated with a glycosyl triazole glucose (GlcL-DOX) derivative as a potential strategy against breast cancer. The glucose-coating of liposomes enhanced the storage stability compared to PEG-coated liposomes, with the suitable retention of DOX encapsulation. The antitumor activity, using a 4T1 breast cancer mouse model, shows that GlcL-DOX controlled the tumor growth in 58.5% versus 35.3% for PEG-coated liposomes (PegL-DOX). Additionally, in the preliminary analysis of the GlcL-DOX systemic toxicity, the glucose-coating liposomes reduced the body weight loss and hepatotoxicity compared to other DOX-treated groups. Therefore, GlcL-DOX could be a promising alternative for treating breast tumors. Further studies are required to elucidate the complete GlcL-DOX safety profile.

Abstract

O revestimento de lipossomas com polietilenoglicol (PEG) tem sido amplamente discutido ao longo dos anos como uma estratégia para aumentar a estabilidade in vivo e in vitro de nanoestruturas, incluindo lipossomas carregados com doxorrubicina. No entanto, estudos mostraram algumas desvantagens importantes da molécula de PEG como um agente de longa circulação, incluindo o papel imunogênico do PEG, que limita seu uso clínico em doses repetidas. Neste contexto, moléculas hidrofílicas como carboidratos foram propostas como uma alternativa ao revestimento de lipossomas. Assim, este trabalho estudou a citotoxicidade e a atividade antitumoral pré-clínica de lipossomas revestidos com um derivado de glicosil triazol glicose (GlcL-DOX) como uma estratégia potencial contra o câncer de mama. O revestimento de lipossomas com glicose aumentou a estabilidade de armazenamento em comparação com lipossomas revestidos com PEG, com a retenção adequada do encapsulamento de DOX. A atividade antitumoral, usando um modelo de camundongo com câncer de mama 4T1, mostra que GlcL-DOX controlou o crescimento do tumor em 58,5% versus 35,3% para lipossomas revestidos com PEG (PegL-DOX). Além disso, na análise preliminar da toxicidade sistêmica de GlcL-DOX, os lipossomas revestidos com glicose reduziram a perda de peso corporal e a hepatotoxicidade em comparação com outros grupos tratados com DOX. Portanto, GlcL-DOX pode ser uma alternativa promissora para o tratamento de tumores de mama. Mais estudos são necessários para elucidar o perfil de segurança completo de GlcL-DOX.

Assunto

Lipossomos, Carboidratos, Antineoplásicos, Neoplasias da mama, Doxorrubicina

Palavras-chave

Liposomes, Surface coating, Carbohydrates, Antitumor activity

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https://www.mdpi.com/1999-4923/15/12

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