Vocação ou técnica? : a formação jornalística em documentos acadêmicos-institucionais

dc.creatorJoão Luís de Pinho Carvalho
dc.date.accessioned2023-02-20T23:48:36Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:13:46Z
dc.date.available2023-02-20T23:48:36Z
dc.date.issued2021-09-08
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/50255
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectComunicação - Teses
dc.subjectJornalismo - Teses
dc.subjectEnsino - Teses
dc.subjectTecnologia - Teses
dc.subject.otherJornalismo
dc.subject.otherFormação
dc.subject.otherTécnica
dc.subject.otherPrática
dc.subject.otherAcadêmico
dc.subject.otherTecnologia
dc.titleVocação ou técnica? : a formação jornalística em documentos acadêmicos-institucionais
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Bruno Souza Leal
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9215602441698629
local.contributor.referee1Ana Regina Rego Leal
local.contributor.referee1Mozahir Salomão Bruck
local.contributor.referee1Nuno Manna Cortes Ribeiro
local.contributor.referee1Tacyana Karinna Arce Rodrigues
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3120977279894781
local.description.resumoEsta tese se propôs a olhar para um conjunto de textos com caráter de oficialidade para refletir sobre o Jornalismo descrito por eles. Para isso, inspiramo-nos no conceito de rede desenvolvido por Bruno Latour (2012) para construir uma rede textual acadêmico-institucionais composta pelos textos normativos do Ministério da Educação relativos aos cursos de Jornalismo, às matrizes curriculares dos cursos de Jornalismo ofertados no primeiro semestre de 2018 em Belo Horizonte e a um conjunto de textos de bibliografia básica de disciplinas dessas grades. Nosso primeiro gesto foi, portanto, descritivo-analítico e dele notamos a centralidade dos termos “técnica” e “prática” para demarcar o que é especificamente jornalístico. Na segunda parte da tese, retomamos a rede textual acadêmico-institucionais em um gesto crítico, observando como os termos “técnica” e “prática” são utilizados argumentativamente. A proposta foi procurar compreender qual qualidade a “técnica” e “prática” dão ao Jornalismo dentro do conjunto de textos da rede que observamos. Para auxiliar nessa análise, recorremos a alguns autores da filosofia da técnica, que forneceram um quadro organizativo para os próximos capítulos. Nesse segundo movimento, enfatizamos a relação entre “técnica”, “prática” e “tecnologia”, “teoria”, “indústria”. Nesse percurso, notamos a construção de argumentos que oscilam entre o atemporal e o histórico, entre transcendente e específico, o coletivo e o individual. Na rede textual acadêmico-institucionais, os argumentos se comportam como uma “ciência da cultura” que funciona pela criação de horizonte ideal e na sistematização de princípios que se transformam em pilares inquestionáveis dogmas, dotando o Jornalismo de uma qualidade dogmática e vocacional.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Comunicação Social

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