Variações das propriedades físico-químicas de amostras B5, B10, B15 e B20 (diesel A S10 e biodiesel de soja não conforme) em função da temperatura, umidade e tempo de estocagem em frascos âmbar de polietileno

Carregando...
Imagem de Miniatura

Data

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Federal de Minas Gerais

Descrição

Tipo

Artigo de evento

Título alternativo

Primeiro orientador

Membros da banca

Resumo

O biodiesel tem se destacado como substituto parcial do óleo diesel, mas sua estabilidade é um aspecto desafiador. Em decorrência de sua estrutura molecular, o biodiesel é mais suscetível à degradação por oxidação térmica e microbiológica, quando comparado ao óleo diesel. Além disso, possui um caráter mais higroscópico, acentuando sua degradação por diferentes mecanismos. No Brasil, após a obrigatoriedade da adição do biodiesel ao diesel, problemas como a formação de borras e acúmulo de água nos tanques, causando entupimento de bicos injetores e de filtros de motores têm sido intensificados à medida que os teores de biodiesel crescem. Tais fatores ainda são acentuados dependendo da presença de glicerídeos, da composição da matéria prima e das condições de armazenamento e transporte. Este trabalho objetiva avaliar a estabilidade de blendas produzidas em laboratório com amostras de diesel A S10 e biodiesel de soja não conforme, provenientes do mercado brasileiro, em diferentes proporções (B5, B10, B15 e B20) e em diferentes condições de umidade e temperatura de armazenamento.

Abstract

Assunto

Biodiesel, Biocombustíveis, Polietileno, Mistura (Química), Estabilidade

Palavras-chave

Degradação do biodiesel, Armazenamento em frascos de polietileno, Envelhecimento natural

Citação

Curso

Endereço externo

https://ubrabio.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Anais-CBiodiesel-2019-112-113.pdf

Avaliação

Revisão

Suplementado Por

Referenciado Por