Para que serve a arte na escola pública: relato de uma prática docente de estímulo à autonomia do educando

dc.creatorPedro Benetone Paulino Venturato
dc.date.accessioned2026-01-05T13:21:50Z
dc.date.issued2025-08-08
dc.description.abstractThis article arises from the ethnographic journey of an art educator newly arrived in the state public school system of Minas Gerais, Brazil. Over eight months of teaching in lower secondary education, the author confronts the narrowing of art within the school framework, where utilitarian curricula, fossilized pedagogies, and neopentecostal moralism reduce it to a disciplinary ornament. The author draws upon an extra-institutional repertoire, engaging thinkers and artists such as Herbert Read, Chuck Jones, Vincent Price, Friedrich Nietzsche, Don Graham, and Paulo Freire, to uncover, in the gaps of school programs, possibilities for experimentation and the creative autonomy of students. By refusing to frame art as content to be tamed, the text advocates for the recognition of art as an intrinsic pulse, prior to school and perhaps more powerful than it.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/1276
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subjectArte - Estudo e ensino
dc.subjectArte e educação
dc.subject.otherArte-educação
dc.subject.otherEnsino fundamental II
dc.subject.otherAutonomia discente
dc.subject.otherUtilitarismo
dc.titlePara que serve a arte na escola pública: relato de uma prática docente de estímulo à autonomia do educando
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Francesco Napoli
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1511641244210114
local.contributor.referee1Raul Amaro de Oliveira Lanari
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6539028262241473
local.description.resumoEste artigo nasce da travessia etnográfica de um arte-educador recém-chegado à rede pública estadual de Minas Gerais. Em oito meses de docência no Ensino Fundamental II, o autor confronta o estreitamento da arte nos moldes da escola, onde os currículos de viés utilitarista, as pedagogias fossilizadas e os moralismos neopentecostais reduzem-na a um adereço disciplinar. O autor resgata de seu repertório extra institucional, de pensadores e artistas como Herbert Read, Chuck Jones, Vincent Price, Fredrich Nietzsche, Don Graham e Paulo Freire, para descobrir, nas lacunas dos programas escolares, possibilidades para a experimentação e a autonomia criativa dos educandos. Ao recusar o enquadramento da arte como conteúdo a ser domado, o texto propõe o reconhecimento da arte como pulsação intrínseca, anterior à escola e, talvez, mais potente que ela.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEBA - ESCOLA DE BELAS ARTES
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Ensino de Artes Visuais e Tecnologias Contemporâneas
local.subject.cnpqLINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES
local.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO

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