Programa de intervenção pedagógica da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte na Escola Municipal Elisa Buzelin - reflexões sobre uma prática

dc.creatorMargarete Miranda Silva
dc.date.accessioned2023-02-07T13:10:42Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:23:41Z
dc.date.available2023-02-07T13:10:42Z
dc.date.issued2010-12-11
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/49660
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subject.otherAquisição do código alfabético ortográfico
dc.subject.otherProcesso de avaliação
dc.subject.otherIntervenção pedagógica
dc.titlePrograma de intervenção pedagógica da Rede Municipal de Ensino de Belo Horizonte na Escola Municipal Elisa Buzelin - reflexões sobre uma prática
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Gilcinei Teodoro Carvalho
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4671054290421564
local.description.resumoVivemos um momento histórico na Educação Brasileira em que crianças que apresentam ritmos diferenciados de aprendizagem e antes evadiam da escola, ou nem mesmo chegavam a freqüentá-la, hoje, devido às políticas públicas de ampliação do acesso e da permanência, estão nos bancos escolares e precisam ser atendidas pelo sistema educacional. Um grande número de professores atentos às necessidades diferenciadas dos alunos e pressionados pelos resultados das avaliações externas (Provinha Brasil, Proeb/Simave, Avalia BH) realizadas nas escolas, implementou práticas para atender aos alunos com baixo desempenho, constituindo-se então, como experiências isoladas na Rede Municipal de Belo Horizonte. O PIP (Programa de Intervenção Pedagógica) é a primeira proposta de intervenção para atender aos alunos com baixo desempenho nas avaliações sistêmicas a ser realizada obrigatoriamente em todas as escolas da PBH (Prefeitura Municipal de Belo Horizonte). Conhecer o Projeto, o seu desenvolvimento dentro da Escola Municipal Elisa Buzelin e refletir sobre suas possíveis contribuições e implicações para a aprendizagem das crianças foi objetivo desse trabalho. No início da implementação do PIP no 2º ciclo fiz um levantamento através da escrita dos alunos para compreender em que nível do processo de aquisição do código alfabético ortográfico eles se encontravam e após o transcorrer de seis meses voltei a avaliar a escrita dos alunos para realizar uma análise comparativa. Dez dos dezoitos alunos que freqüentam o PIP demonstraram mais explicitamente avanços na aquisição do código alfabético/ortográfico, de forma que para eles a participação no projeto fez diferença. Porém, os avanços ainda são pequenos diante do fato de os mesmos alunos já estarem no segundo ciclo e, provavelmente, elesvoltarão a apresentar resultados abaixo do satisfatório nas próximas avaliações sistêmicas. Na realidade essa mudança tem um significado de superação de obstáculos e de mudança de condição para o aluno que transcende aos resultados de avaliações externas, dentro da lógica de desempenho padrão. É importante aprofundar mais as discussões em torno do quê e do como avaliar para que não se cometa o erro, por homogeneização avaliativa, percamos o respeito às diferenças de tempo de aprendizagem. O grupo de alunos que ainda não estão alfabetizados no segundo ciclo deve ser um compreendido pelo coletivo da escola como necessitando de diferentes estratégias de ensino e não como um problema apenas da professora de intervenção.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Educação e Docência

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