O value premium e o risco-país: um estudo comparativo dos principais mercados da América Latina

dc.creatorLilian de Castro Medeiros
dc.date.accessioned2019-08-11T01:25:34Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:42:41Z
dc.date.available2019-08-11T01:25:34Z
dc.date.issued2013-04-26
dc.description.abstractAsset pricing is a theme widely explored in the financial literature. Nevertheless, the phenomenon of value premium remains controversial, since, although easily detected in developed and emerging markets, little is actually known about the effective economic forces that explain its existence. In this context, this paper proposes to identify the value premium in major Latin American markets, as well as to verify if the macroeconomic variable country risk could be considered an additional risk factor for conditional returns in the region. We then propose a model of five factors that consists of adding to the model of Carhart (1997) a country risk factor. The statistical procedure adopted was that of Fama and French (1993) for the period between 1994 and 2012, using data from non-financial companies listed on the stock exchanges in countries studied: Argentina, Brazil, Chile, Colombia, Mexico and Venezuela. We confirmed the existence of the value premium in four of the six markets studied: Argentina, Brazil, Chile and Venezuela. In only one of them - Brazil the country risk and the value premium were presented together as significant factors in explaining conditional returns, ie, explanatory variables that capture different effects.With regard to the two countries for which the existence of the value premium was not confirmed, the five factor model was presented as the most suitable to explain the average returns of the portfolios only in the Mexican case. With regard to Colombia and Venezuela, it should be borne in mind that the results relate to the behavior of specific companies and may not reflect a market behavior. After all, the size of these two markets has limited the number of shares that formed the analyzed portfolios.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-98ZFPW
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAmerica Latina Mercado
dc.subjectValor (Economia)
dc.subjectAdministração
dc.subjectRisco (Economia)
dc.subject.otherValue premium
dc.subject.otherRisco país
dc.subject.otherPrecificação
dc.titleO value premium e o risco-país: um estudo comparativo dos principais mercados da América Latina
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Aureliano Angel Bressan
local.contributor.referee1Robert Aldo Iquiapaza Coaguila
local.contributor.referee1Wagner Moura Lamounier
local.contributor.referee1André Alves Portela Santos
local.description.resumoA precificação de ativos é um tema bastante explorado pela literatura financeira. Apesar disso, o fenômeno do value premium permanece controverso, uma vez que, embora facilmente detectado nos mercados desenvolvidos e emergentes, pouco se sabe efetivamente sobre as forças econômicas que explicam sua existência. Nesse contexto, esta dissertação se propôs a identificar o value premium nos principais mercados latino-americanos, bem como a verificar se a variável macroeconômica risco-país poderia ser considerada um fator de risco adicional para os retornos condicionados na região. Para tal, foi proposto um modelo de cinco fatores, que consistiu na adição do fator risco-país ao modelo de Carhart (1997). O procedimento estatístico adotado foi o de Fama e French (1993) para o período compreendido entre 1994 e 2012, sendo utilizados dados de empresas não financeiras listadas nas bolsas de valores da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Venezuela. Confirmou-se a existência do value premium em quatro dos seis mercados analisados: Argentina, Brasil, Chile e Venezuela. Em apenas um deles, o Brasil, o risco-país e o value premium se apresentaram como fatores significativos para a explicação dos retornos condicionados conjuntamente; ou seja, como variáveis explicativas que captam efeitos distintos. No que diz respeito aos dois países para os quais não foi confirmada a existência do value premium, o modelo de cinco fatores se apresentou como o mais adequado para explicar os retornos médios das carteiras apenas no caso mexicano. No que se refere à Colômbia e à Venezuela, deve-se ter em mente que os resultados obtidos dizem respeito ao comportamento de empresas em específico, podendo não refletir um comportamento de mercado. Afinal, o tamanho desses dois mercados limitou o número de ações que formaram as carteiras analisadas, restringido-as a um ativo praticamente durante todo o período estudado.
local.publisher.initialsUFMG

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