O não-lugar do lugar da escola: sentidos produzidos por jovens de 15 a 17 anos na Educação de Jovens e Adultos

dc.creatorMaria Clemência de Fátima Silva
dc.date.accessioned2020-03-03T23:19:37Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:39:19Z
dc.date.available2020-03-03T23:19:37Z
dc.date.issued2019-08-30
dc.description.abstractThis thesis analyzes the meanings of school experience among 15 to 17-year old’s who remain in elementary school. We started from the hypothesis that the permanence of young people in this phase of Basic Education would be related to a larger plot that involves life histories, different belongings, different inequalities, worldviews, unique experiences, sociability, different social contexts, interfering in the warp of the multiple school meanings. In search of understanding such warps, we comprehend the research problem by examining the meanings these young people attribute to their school experiences. This is a qualitative research carried out in a municipal school in Belo Horizonte, located on the outskirts of the city, which initially comprised a panoramic observation of the classes with the highest concentration of young people, from October to December 2016, continuing throughout 2017, with focused and systematic follow-up of young students in a youth EJA class. During the research process, in-depth interviews, verification of school documents and informal conversations were also conducted. Data analysis was conducted by the interlace between readings on youth condition and youth and adult education, from a decolonial perspective. It is concluded that young people and their families, in the framework of their subordinated lives, build insurgent ways of confronting contexts of violation and deprivation of rights in their different dimensions - class, race, gender - in which the school assumes plural and diversified meanings, according to the singularities of scholar trajectories, in a perspective of resistance forged from non-place in school.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/32668
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação de adultos e Estado -- Belo Horizonte
dc.subjectEducação de adultos
dc.subjectEnsino fundamental
dc.subjectEducação -- Aspectos sociais
dc.subjectEscolas públicas -- Belo Horizonte (MG)
dc.subject.otherJovens
dc.subject.otherEducação de jovens e adultos
dc.subject.otherEJA juvenil
dc.subject.otherSentidos da escola.
dc.titleO não-lugar do lugar da escola: sentidos produzidos por jovens de 15 a 17 anos na Educação de Jovens e Adultos
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Geraldo Magela Pereira Leão
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9871036913331484
local.contributor.referee1Ana Cláudia Ferreira Godinho
local.contributor.referee1Lúcia Helena Alvarez Leite
local.contributor.referee1Francisco André Silva Martins
local.contributor.referee1Leôncio José Gomes Soares
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9575441646837988
local.description.resumoEsta tese analisa os sentidos da experiência escolar para jovens de 15 a 17 anos que permanecem no Ensino Fundamental. Partiu-se da hipótese de que a permanência dos/das jovens nesta etapa da Educação Básica estaria relacionada a uma trama maior que envolve histórias de vida, diferentes pertencimentos, desigualdades diversas, visões de mundo, experiências singulares, sociabilidades, distintos contextos sociais, interferindo na urdidura dos múltiplos sentidos da escola. Em busca do entendimento de tais urdiduras, compreendemos o problema da pesquisa a partir do exame dos sentidos atribuídos por esses/essas jovens às suas experiências escolares. Trata-se de uma pesquisa qualitativa realizada numa escola municipal de Belo Horizonte, localizada na periferia da cidade, que compreendeu, inicialmente, uma observação panorâmica das turmas de maior concentração juvenil, no período de outubro a dezembro de 2016, prosseguindo durante todo o ano de 2017, com o acompanhamento focalizado e sistemático de jovens estudantes numa turma de EJA Juvenil. No processo de pesquisa ainda foram realizadas entrevistas em profundidade, verificação de documentos da escola e conversas informais. A análise dos dados foi conduzida no entrelace de leituras sobre a condição juvenil e a educação de jovens e adultos, a partir de uma perspectiva decolonial. Conclui-se que os/as jovens e suas famílias, nas tramas de suas vidas subalternizadas, constroem modos insurgentes de enfrentamento dos contextos de violação e privação de direitos em suas diferentes dimensões – classe, raça, gênero – em que o estabelecimento de ensino assume sentidos plurais e diversificados, de acordo com as singularidades das trajetórias estudantis, numa perspectiva da resistência forjada a partir do não-lugar na escola.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - Conhecimento e Inclusão Social

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
O NÃO LUGAR DO LUGAR DA ESCOLA SENTIDOS PRODUZIDOS POR JOVENS DE 15 A 17 ANOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS.pdf
Tamanho:
2.59 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
2.07 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: