Psicologia jurídica: notas sobre um novo lobo mau da psicologia

dc.creatorLisandra Espíndula Moreira
dc.creatorLaura Cristina Eiras Coelho Soares
dc.date.accessioned2023-06-05T20:35:03Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:44:37Z
dc.date.available2023-06-05T20:35:03Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractIn this article, we aim to analyze the debate on legal right (s) and juridical issues in academic, professional and formative assessments, and to evaluate if Juridical Psychology fits the Big Bad Wolf stereotype. In academic assessments, there are important studies in the theoretical perspective of Social Psychology that illustrate the interface with the field of rights and the judiciary, in particular, the debate on the judicialization of life. In the territories of professional activity, the judicialization of life has provoked an increase in social demands to the judiciary, which responds by creating positions for psychologists or by activating professionals already in the public network, but working in other public policies such as health and social assistance. The growth of ethical processes against professionals in the Councils System reflects the unpreparedness to deal with the demands of elaboration of documents that are sent to the Justice System. However, in the formative territories, generally, Juridical Psychology does not appear as a compulsory subject matter. The optional aspect of the inclusion of this content in the student formation has direct impacts on the psychologist’s performance and the construction of scientific policies in the area. Taking advantage of the moment of discussion of the formation of psychologists in Brazil, we seek to problematize the transformations in the field of Psychology, in particular, the extension of the judicialization of lives. In this sense, it is necessary to position Social Juridical Psychology as an important critical reference to be placed in this debate, as a positioning strategy engaged in guaranteeing human rights, considering the ethical, political, social and historical issues that involve subjectivity (s) in this context.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1982-3703003225555
dc.identifier.issn1982-3703
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/54538
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofPsicologia: Ciência e Profissão
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDireito - Aspectos psicológicos
dc.subjectPesquisa científica
dc.subject.otherPsicologia Jurídica
dc.subject.otherJudicialização
dc.subject.otherFormação
dc.subject.otherPesquisa científica
dc.subject.otherAtuação do psicólogo
dc.titlePsicologia jurídica: notas sobre um novo lobo mau da psicologia
dc.title.alternativeJuridical Psychology: notes on a new big bad Wolf stereotype
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage140
local.citation.issueSpe2
local.citation.spage125
local.citation.volume39
local.description.resumoNesse artigo objetivamos analisar o debate sobre direito(s) e questões jurídicas em territórios acadêmicos, profissionais e formativos, a partir do questionamento se seria a Psicologia Jurídica o novo lobo mau da Psicologia. Em territórios acadêmicos, na perspectiva teórica da Psicologia Social há estudos importantes que enfrentam a interface com o campo dos direitos e do judiciário, em especial, o debate sobre a judicialização da vida. Nos territórios de atuação profissional, o cenário de judicialização da vida tem provocado aumento das demandas sociais ao Judiciário que responde criando cargos para psicólogos ou acionando profissionais que já se encontram na rede pública, porém laborando em outras políticas públicas, tais como saúde e assistência social. O crescimento de processos éticos contra profissionais no Sistema Conselhos reflete o despreparo para lidar com demandas de elaboração de documentos que são remetidos ao Sistema de Justiça. Entretanto, nos territórios de formação, geralmente, a Psicologia Jurídica não aparece como disciplina obrigatória. O aspecto facultativo da inclusão desse conteúdo na formação discente possui impactos diretos na atuação do psicólogo e na construção de políticas científicas na área. Aproveitando o momento de discussão da formação de psicólogo no Brasil, buscamos problematizar as transformações no campo da Psicologia, em especial, a ampliação da judicialização das vidas. Nesse sentido, é necessário posicionar a Psicologia Social Jurídica como um importante referencial crítico a ser colocado nesse debate, como estratégia de posicionamento engajado na garantia dos direitos humanos, considerando as questões éticas, políticas, sociais e históricas que envolvem a(s) subjetividade(s) nesse contexto.
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0001-9356-3416
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0003-0859-7625
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/pcp/a/hN9Ftmv7YpgBLfD7bZLYDvd/?lang=pt

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