Vulnerabilidades sociais de mulheres gestantes e sua relação com o cuidado pré-natal

dc.creatorDiego Alcantara Alves
dc.date.accessioned2023-07-10T15:31:39Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:39:47Z
dc.date.available2023-07-10T15:31:39Z
dc.date.issued2022-03-28
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/56007
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectCuidado Pré-Natal
dc.subjectÍndice de Vulnerabilidade Social.
dc.subjectQualidade da Assistência à Saúde
dc.subjectSaúde da Mulher
dc.subjectEstudos Transversais
dc.subjectDissertação Acadêmica
dc.subject.otherPré-Natal
dc.subject.otherÍndice de Vulnerabilidade Social
dc.subject.otherQualidade da Assistência à Saúde
dc.titleVulnerabilidades sociais de mulheres gestantes e sua relação com o cuidado pré-natal
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Eunice Francisca Martins
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1450004449234451
local.description.resumoIntrodução: Durante a gestação as condições de vulnerabilidades podem afetar o cuidado pré-natal, o qual se configura como uma estratégia de saúde de proteção e prevenção de agravos à saúde da mulher e da criança. Objetivo: estimar a prevalência de gestantes em contexto de vulnerabilidade individual e social e sua relação com a adequação ao pré-natal. Métodos: estudo transversal com análise descritiva e analítica, realizado a partir dos dados secundários provenientes do 3º ciclo do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica - PMAQ-AB. As variáveis estudadas referem-se ao contexto de vulnerabilidade individual e social, variável de exposição, e de adequação ao pré-natal, o desfecho final. Os dados obtidos foram analisados com auxílio do software SPSS, versão 18.0. Resultados: constatou-se que 842 (8,6%) das mulheres foram classificadas como não vulneráveis, 2331 (23,7%) como de baixa vulnerabilidade, 5495 (55,8%) como de média vulnerabilidade e 1178 (12,0%) como em situação de alta vulnerabilidade. As condições de vulnerabilidade não afetaram a adequação geral do pré-natal (p 0,053), mesmo sendo ligeiramente superior para as mulheres não vulneráveis ou em baixa condição de vulnerabilidade com cerca de 14,0% de adequação. Conclusões: Foi alta a prevalência de mulheres em situação de vulnerabilidade, mas sem uma relação direta destas condições com a adequabilidade da assistência pré-natal. A atenção pré-natal foi de forma geral adequada, mas inadequada quando avaliadas o conjunto de todas as ações propostas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Enfermagem Obstétrica - Modalidade Residência

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