Deficiências das auditorias externas sediadas no BRICS: uma análise dos relatórios de inspeção do Public Company Accounting Oversight Board-PCAOB

dc.creatorJuliana Vieira Pereira Perazzolli
dc.creatorFlávia Silva de Lima Duque
dc.creatorNeiva Dos Santos Andrade
dc.creatorJacqueline Veneroso Alves da Cunha
dc.date.accessioned2023-10-26T20:29:42Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:25:05Z
dc.date.available2023-10-26T20:29:42Z
dc.date.issued2022
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2676-0061
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60121
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofUSP International Conference in Accounting
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAuditoria
dc.subjectPaíses do BRICS
dc.subject.otherDeficiências nas auditorias externas
dc.subject.otherPCAOB
dc.subject.otherBRICS
dc.titleDeficiências das auditorias externas sediadas no BRICS: uma análise dos relatórios de inspeção do Public Company Accounting Oversight Board-PCAOB
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue22
local.description.resumoEste estudo teve por objetivo identificar as deficiências encontradas pelo PCAOB nas auditagens realizadas pelas empresas de auditoria externa sediadas nos países emergentes que compõem os BRICS. Realizou-se uma pesquisa descritiva, por meio de análise documental e abordagem quantitativa e qualitativa dos dados. A amostra reuniu onze empresas de auditoria externa que foram inspecionadas pelo PCAOB no período de 2017 a 2021. Os dados foram extraídos dos relatórios de inspeção do PCAOB. As deficiências identificadas foram classificadas conforme a sua natureza. No período analisado, foram reportadas 32 deficiências nas empresas de auditoria sediadas nos BRICS. As Big Four Deloitte, KPMG e PricewaterhouseCoopers, juntas, apresentaram 15 deficiências (47% do total). Por outro lado, a Big Four Ernst & Young não apresentou deficiências no período analisado. As deficiências identificadas pelo PCAOB se relacionam aos seguintes aspectos: não realização de testes suficientes sobre o desenho e/ou eficácia operacional de controles selecionados para teste; não identificação e teste de controles que tratavam riscos relacionados a contas significativas ou a afirmações relevantes; não identificação e/ou teste suficiente sobre a precisão e integridade de dados ou relatórios usados na operação de controles; não execução de procedimentos suficientes relacionados ao escopo da auditoria, incluindo auditorias multi-location; não realização de teste sobre a precisão e/ou integridade da população utilizada para selecionar a amostra para testar a eficácia operacional de controles; e avaliação inadequada de deficiências de controle. A partir dessas deficiências é possível verificar que os problemas identificados pelo PCAOB se concentram, principalmente, nas auditorias de controles internos sobre relatórios financeiros (em atendimento à Lei Sarbanes-Oxley) realizadas isoladamente ou de forma integrada com as auditorias sobre as demonstrações financeiras.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2522-3035
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://congressousp.fipecafi.org/anais/22UspInternational/congressao-todos-trabalhos.html

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