A representação do intelectual em Um quarto de légua em quadro, de Luiz Antônio de Assis Brasil

dc.creatorMariana Moreira Fernandes Barata
dc.date.accessioned2019-08-12T18:09:44Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:01:00Z
dc.date.available2019-08-12T18:09:44Z
dc.date.issued2012-03-16
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-8SJJPS
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBrasil, Luiz Antonio de Assis, 1945- Quarto de légua em quadro Crítica e interpretação
dc.subjectCultura na literatura
dc.subjectIntelectuais
dc.subjectFicção brasileira Historia e critica
dc.subject.otherintelectuais
dc.subject.otherAssis Brasil
dc.subject.otheranos 1970
dc.titleA representação do intelectual em Um quarto de légua em quadro, de Luiz Antônio de Assis Brasil
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Maria Zilda Ferreira Cury
local.contributor.referee1Elcio Loureiro Cornelsen
local.contributor.referee1Núbia Tourrucôo Jacques Hanciau
local.description.resumoA presente dissertação tem por objetivo discutir como se dá a representação do intelectual na obra Um quarto de légua em quadro, de Luiz Antônio de Assis Brasil. Para tanto, nos deteremos sobre a configuração do intelectual enquanto tal e sobre os seus dilemas. Dessa forma, à luz da teoria culturalista, esperamos contribuir para o debate atual sobre a relevância do intelectual em sociedade, procurando, a partir da leitura da obra de Assis Brasil, discutir como aí se constrói essa figura. Será nosso intento demonstrar como a personagem Gaspar de Fróis, em um cenário do século XVIII, vivencia os impasses dos intelectuais da década de 1970, principalmente no Brasil. Esse posicionamento anacrônico nos levará a defender a hipótese de que, na obra em questão, há uma reflexão alegórica sobre a própria condição dos intelectuais, apoiando-nos nas considerações sobre o recurso alegórico. Posteriormente, investigaremos as implicações do jogo autoral e da escrita diarística presentes no romance, postulando que, em Um quarto de légua em quadro, existe uma ficcionalização do pacto autobiográfico. Essa estratégia, além de se ajustar aos conflitos que o intelectual Gaspar de Fróis experiencia, configurar-se-á numa das manifestações do plurilinguismo da obra. Além disso, o debate sobre a questão da referencialidade deslocada em Um quarto de légua em quadro nos impulsionará a refletir sobre as possibilidades do romance na década de 1970, descortinado o olhar crítico de Assis Brasil sobre sua realidade
local.publisher.initialsUFMG

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