Estudo de viabilidade técnica e financeira de utilização de telas soldadas em laje maciças de concreto armado

dc.creatorDavid de Oliveira Ballesteros
dc.date.accessioned2019-08-09T14:21:42Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:11:57Z
dc.date.available2019-08-09T14:21:42Z
dc.date.issued2013-09-12
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/VRNS-9M8MCL
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEngenharia civil
dc.subjectConstrução civil
dc.subject.otherConstrução civil
dc.titleEstudo de viabilidade técnica e financeira de utilização de telas soldadas em laje maciças de concreto armado
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Aldo Giuntini de Magalhaes
local.description.resumoNeste trabalho analiso uma das tendências de racionalização das armaduras em lajes maciças com telas soldadas e que identifica e comenta os principais fatores componentes nos projetos e da execução das mesmas. Segundo GRIEZIC et al. (1994), o mercado de tela soldada no ano de 1989 correspondeu a 29% na França e 50% na Holanda. Estima-se que, no ano de 1999 o uso de tela soldada era responsável por 48% do mercado na Alemanha. Em contrapartida, hoje no Brasil, praticamente 14 anos após o estudo de GRIEZIC, estima-se algo em torno de 15% do mercado, um percentual muito baixo em relação aos países mais desenvolvidos. Estudos realizados pelo IBTS (Instituto Brasileiro de Tela Sodldada) juntamente com os fabricantes (Usinas Siderúrgicas) e clientes (Construtoras) mostram com com clareza a realidade do custo da mão de obras com o uso da telas soldada quando comparada com a armdura convencional. Em relação à armadura convencional, as telas soldadas apresentam as seguintes vantagens, IBTS (1990): fornecimento em aço categoria CA-60 até a bitola de 9,0 mm, podendo gerar redução no consumo da ordem de 17%, por conta da resistência de escoamento dos fios; obtenção por encruamento, gerando fios com diâmetros corretos com os especificados; apresentação em painéis, eliminando perdas; eliminação de cortes, dobramentos, marcação na fôrma e amarraçãocom arame recozido; redução dos comprimentos de ancoragem, por ação dos nós, IBTS(1996); aderência com o concreto pela superfície do fio e, principalmente, pelonó soldado; manutenção de espaçamentos uniformes, pois os fios são soldados emtodos os pontos de cruzamento, resultando armação de qualidadesuperior; facilidade de inspeção e conferência na obra.Um outro aspecto analisado é o aspecto econômico relacionado a compra do produto de acordo com a necessidade do cliente (Construtora) e também a produção e logística do produto até o canteiro de obra, mostrando a dificuldade encontrada por cada participante do processo Também apontam-se sugestões de caminhos e medidas a serem tomadas para a otimização do processo, através da diminuição dos custos e do tempo.
local.publisher.initialsUFMG

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